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Oposição admite diálogo para votar a CPMF

Oposição admite diálogo para votar a CPMF

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Satisfeita com o afastamento por 45 dias de Renan Calheiros (PMDB-AL) da presid?ncia do Senado, a oposi??o admite que o di?logo com o governo foi retomado, mas promete colocar obst?culos para adiar ao m?ximo a vota??o da emenda constitucional que prorroga at? 2011 a Contribui??o Provis?ria sobre Movimenta??o Financeira (CPMF). Cautelosa, a base governista sabe que n?o ser? f?cil garantir os 49 votos necess?rios para a vit?ria.

PSDB e DEM concordam que o clima no Senado est? mais ameno, mas demonstram n?o haver consenso em rela??o ? atua??o na vota??o da PEC. Enquanto os democratas sinalizam com uma oposi??o branda, os tucanos preferem uma atua??o mais rigorosa.

O l?der do DEM no Senado, Jos? Agripino (RN), afirma que os 14 senadores da bancada do partido n?o v?o entrar em obstru??o, mas pretendem exigir o respeito aos prazos regimentais, por exemplo, as cinco sess?es entre a vota??o do primeiro com o segundo turno da emenda constitucional.

Para o l?der do DEM, a situa??o do governo, sempre desconfort?vel no Senado, em nada mudou. "A sa?da do Renan da presid?ncia do Senado significa que o governo correu atr?s do preju?zo. O governo estava no negativo do negativo. Mas n?o modifica nada em rela??o ? CPMF. A vota??o estava travada. Destravou. Mas n?o melhorou numericamente. E nem vai correr mais r?pido. O Senado volta a andar, mas em ritmo regimental", afirmou Jos? Agripino.

O senador ?lvaro Dias (PSDB-PR) disse que a sa?da de Renan abre caminho para se votar a CPMF, mas recha?a qualquer acordo pela aprova??o. E admite a hip?tese de obstruir a vota??o da emenda. Entre os instrumentos previstos pela obstru??o est?o os pedidos de adiamento da vota??o, os longos discursos em plen?rio, o esvaziamento do plen?rio, que evita o quorum m?nimo necess?rio para uma vota??o.

"N?o vamos impedir que uma mat?ria seja deliberada, mas especialmente em rela??o ? CPMF, a obstru??o pode ser adotada", disse o senador tucano. "A CPMF ? um imposto perverso, um confisco. Era um imposto provis?rio que se tornou permanente. N?o podemos permitir que ele seja prorrogado", acrescentou.


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