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Agência Nacional de Mineração interdita 36 barragens em MG

Agência Nacional de Mineração interdita 36 barragens em MG
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A Agência Nacional de Mineração (ANM) divulgou na última segunda-feira (01/04) a necessidade de interdição de 36 barragens em Minas Gerais. Isso porque o prazo para que as barragens de mineração no Brasil apresentem a renovação da Declaração de Controle de Estabilidade (DCE), documento que permite a manutenção das operações já encerrou.

Entre essas barragens, 13 terão trabalhos suspensos por não terem a estabilidade garantida (10 delas são da Vale) e outras 23 por não terem entregado a declaração que atesta a segurança (oito pertencentes à Vale).  

A declaração de estabilidade é obrigação prevista em lei. Ela é emitida por uma empresa auditora que deve ser contratada pela mineradora. Porém, desde a tragédia de Brumadinho, ocorrida em 25 de janeiro – quando uma barragem na Mina Córrego do Feijão se rompeu, deixando mais de 300 vítimas – o parâmetro de medição da segurança passou a seguir normas mais rígidas. Isso porque a estrutura  de Brumadinho tinha uma declaração válida, emitida pela empresa alemã Tüv Süd, em setembro de 2018.

Em entrevista ao programa 70 minutos o jornalista Ivo Júnior falou sobre como está o processo de indenização as pessoas afetadas na tragédia que ocorreu há cerca de três meses na cidade de Brumadinho, em Minas Gerais. 


"Ao todo são 57 barragens no país sendo que 36 barragens são em Minas Gerais, 18 são da empresa Vale responsável pela barragem que rompeu, a Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho" disse o jornalista

"A informação da Vale teve mais dinheiro bloqueado, ao todo são mais de R$ 4 bilhões bloqueados. A Vale alegou que está com dificuldades para começar a indenizar as pessoas por causa da real situação da listagem das pessoas realmente afetadas. Inclusive ela está até colocando um pouco da culpa na empresa de agropecuária mineira que ficou encarregado de fazer este levantamento, ela alega que as informações que o Governo de Minas apurou sobre as pessoas que realmente precisam ser atendidas, não chegou a direção da empresa e agora o Ministério Público deu um prazo de 15 dias para que a empresa esteja regularizando esta situação junto ao Governo do Estado de Minas Gerais" contou Ivo Júnior.



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