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70 Minutos

Falta de conhecimento sobre autismo gera preconceito; vídeo

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Dificuldade para interação social, dificuldade com a linguagem e comportamento repetitivo e restritivo. Essas são as principais características de quem convive com o autismo, também conhecido como Transtorno do Espectro Autista (TEA). 

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 70 milhões de pessoas em todo o mundo são autistas, com maior incidência no sexo masculino. As causas ainda não são determinadas. Porém, estudos apontam que diversos fatores tornam uma criança mais propensa a ter o TEA, dentre os quais destacam-se fatores genéticos e ambientais.

Foto: Tania Rego/Agencia Brasil

Em agosto deste ano, o governador Wellington Dias (PT) sancionou o projeto de lei nº 7.245 que dispõe sobre a criação do selo Empresa Amiga dos Autistas, destinado aos estabelecimentos comerciais que adotem políticas internas de inserção de pessoas como Transtorno do Espectro Autista no mercado de trabalho. 

O projeto é de autoria do deputado Franzé Silva (PT). Serão consideradas iniciativas empresariais favoráveis à inclusão das pessoas com autismo, entre outras, a reserva de postos de trabalho específicos, a capacitação para o exercício de funções de maior remuneração e a promoção ou patrocínio de eventos culturais dirigidos a esse segmento.

Consta na lei que o objetivo da concessão do selo é enaltecer e homenagear os estabelecimentos empresariais que promovem a inserção no seu quadro de empregados pessoas com Transtorno do Espectro Autista. Assim como difundir a importância da adaptação nas empresas para inserção dos autista no quadro de funcionários.

Preconceito

Muitas pessoas ainda acreditam que o autismo representa uma espécie de condenação sem volta e que o diagnóstico significa uma vida sem oportunidades, e é exatamente esse tipo de desinformação e mito que alimenta o preconceito. 

Em entrevista ao Jornal 70 Minutos, a jornalista Astrid Lages, mãe de dois meninos autistas falou sobre o movimento 'Autismo Legal Teresina' que criou para ajudar mães e familiares a lutarem pelos direitos de seus filhos e familiares que foram diagnosticados com a doença. 

 Jornalista Astrid Lages

“Eu nunca chorei com uma crise de um filho meu, com um diagnostico médicos, mas já chorei por preconceito, por bullying que meus filhos sofrem muito  e isso dói na gente e então eu decidi criar o movimento Autismo Legal Teresina para ajudar outras pessoas. As mães, as próprias famílias não sabem os direitos que tem, eu não sabia todos os direitos que eu tinha, talvez eu não saiba de todos ainda, a gente precisa de mais conhecimento e o conhecimento é a única arma que temos contra o preconceito.” declarou Astrid Lages. 




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