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Jornal Agora

Tremor em Teresina: Geólogo fala sobre chance de Tsunami

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Nesta terça-feira (03), o geólogo, Sidney Barros, da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais(CPRM), esteve no Jornal Agora tirando duvidas sobre os riscos e as consequências do tremor registrado na capital piauiense na manhã de hoje. 

De acordo com o geólogo, esta foi a primeira vez que eventos como este foram registrados na capital piauiense, embora, segundo ele, Teresina esteja em uma área em que estes fenômenos podem ocorrer. 

"Que a gente tenha registro é a primeira vez, embora Teresina esteja em uma zona com probabilidade de ocorrência desses eventos, nós estamos em uma zona de falha, são varias falhas que passam em Teresina e no Piauí e felizmente é a primeira vez que isso acontece”, afirmou. 

Sobre a possibilidade da ocorrência de uma Tsunami no Piauí, Sidney Barros, destaca que a possibilidade de um fenômeno dessas proporções é muito pequena. O geólogo ressalta, no entanto, que esta possibilidade é imprevisível. 

"Em principio nós não temos dados concretos para fazer nenhuma relação entre esses dois eventos e afirmar que tsunamis podem acontecer no Piauí não é verdade, como também pode ser verdade, nós estamos em uma zona de falha, em uma placa tectônica aparentemente estável, mas estamos entre duas falhas muito grandes, que é a do Oceano Atlântico e a dos Andes. A natureza é imprevisível, a possibilidade de acontecer é pequena, mas se ela existe, pode acontecer. Agora, Tsunami no Piauí seria uma especulação muito grande”, afirmou. 

O geólogo ainda destacou que pela amplitude do abalo que chegou a Teresina é improvável que alguma construção da capital tenha sido abalada com o tremor. 

"Para Teresina, a principio não deve ter causado estragos porque o abalo deve ter chegado aqui em uma intensidade muito menor. Nós estamos a uns 200 quilômetros do epicentro, então, aqui chegou um abalo que não deve ter chegado à 3 graus”, afirmou. 

Afundamentos

Sidney Barros destacou que Teresina tem pontos de afundamentos de solo, que são causados, especialmente, pelo tipo de formação rochosa em que a capital está localizada. 

"Temos 25 pontos em Teresina que já sofreram afundamentos. Geologicamente falando Teresina está em uma formação rochosa frágil, que é a formação pedra de fogo. Teresina tem um sedimento muito fino e tem níveis de uma rocha chamada de carbonática, que dissolve muito facilmente com a água e acaba criando bolsões”, explicou. 


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