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Cadeirante brasileira é humilhada por funcionários de aeroporto na Alemanha

Cadeirante brasileira é humilhada por funcionários de aeroporto na Alemanha
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Uma cadeirante mineira, Aline Barros divulgou um vídeo nas redes sociais  em que denuncia momentos de humilhação que passou enquanto desembarcava de um avião na Alemanha. 

No vídeo gravado em inglês, a brasileira denuncia que funcionários do Serviço de Atendimento à Pessoas com Deficiência se recusam a colocá-la na cadeira de rodas. 


Em entrevista exclusiva a jornalista Socorro Sampaio, da Rede Meio Norte, Aline Barros contou que foi abandonada no chão por funcionários do aeroporto de Frankfurt, na Alemanha. A mineira viajava com sua mãe em um voo da empresa Lufthansa do Brasil para Dublin, capital da Irlanda, onde moram atualmente. 

“Eu sai com um travesseiro, porque a aeromoça me permitiu e ainda confirmou na minha saída que eu poderia levar. E o comissário de bordo, na porta me tomou o travesseiro e disse que eu estava roubando o avião e eu disse que não, que eu tinha permissão e que ela tinha me dado, mas ele disse de novo ‘você está roubando o avião’, tomou o travesseiro da minha mão e entrou de volta no avião.” disse a mineira.

“Eu pedia para os assistentes que estavam na minha frente, as quatro pessoas da assistência, e eles não falavam comigo e eu pedia para bater na porta, porque eu queria esclarecer, eu não queria sair dali com eles falando que eu estava roubando um travesseiro. Eu pedi porque minha coluna dói demais, um voo longo de 12 horas, eu estava com muita dor na coluna.” contou Aline.

A brasileira contou que após ser acusada de roubo, assistentes a levantaram do assento do avião para colocá-la em sua cadeira de rodas, mas foi jogada e abandonada no chão. 

“Depois que eu pedi para os assistentes chamar a aeromoça e eles não quiseram, eles foram me transferir da cadeirinha do avião para a minha cadeira, o rapaz me levantou pelas axilas e quando eu estava no meio da transferência ele diminuiu a força e meu corpo se projetou para frente e eu não conseguia voltar para trás e ele achava que eu estava fazendo aqui de graça e que eu estava brincando com ele, várias vezes ele falou que eu estava brincando com ele e me soltou no chão. Ai minha mãe veio e se sentou no chão, colocou minha cabeça no colo dela e ali nós duas choramos muito.” declarou. 


Após 40 minutos no chão, ela foi para a cadeira de rodas com ajuda de bombeiros e policiais colheram seu depoimento. Segundo a brasileira, até o momento ela não recebeu nenhuma explicação da companhia aérea e do aeroporto e continua sem saber o por que ficou no chão.

Como Aline se tornou cadeirante:

Em 2007, Aline Barros, com 26 anos saiu de Varginha, em Minas Gerais para estudar inglês na Irlanda, o curso tinha duração de 1 ano, uma semana antes de voltar para o Brasil, ela foi atropelada por um caminhão em Dublin, enquanto ia de bicicleta para o trabalho. O motorista fugiu sem prestar socorro.  Devido a gravidade do acidente ela ficou paraplégica, e de acordo com os médicos, ela nunca mais vai voltar a andar e sofrerá para sempre com uma crescente dor neuropatia. 

Durante mais de 4 anos ela sobreviveu no país com ajuda de doações, até conseguir um visto para sua mãe ir morar com ela em Dublin. Ela escolheu morar na Irlanda por conta da melhor qualidade da acessibilidade. 

“Eu tive que ficar na Irlanda por 8 anos para acompanhar o processo. A acessibilidade aqui é total, o governo paga todos os meus remédios aqui, coisa que eu teria dificuldade para comprar no Brasil, pois uma caixa de remédio com 30 comprimidos é R$ 800, de um dos remédios, para custear isso tudo no Brasil eu não teria dinheiro.” Disse a brasileira.

Justiça

O motorista que atropelou a brasileira, foi localizado dias após o acidente e ele foi levado a julgamento e teve como sentença a opção de cumprir 2 meses de prisão ou pagar 2 mil. 

“A sentença dele foi escolher entre dois meses na cadeia ou pagar 2 mil para o governo, é o que minha vida vale para todos, e obviamente ele pagou e eu estou aqui na cadeira de rodas sofrendo há 11 anos.” contou a mineira.



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