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“Eduardo já tinha roubado casas de policiais”, diz esposa do jovem morto a marteladas

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A jovem foi testemunha de um crime bárbaro provavelmente cometido por policiais. Samira Cruz, de apenas 21 anos, viu a morte de perto e sobreviveu milagrosamente para contar a história. Ela conta com riqueza de detalhes como aconteceu a execução de seu companheiro Eduardo Oliveira dos Santos, assassinado com 9 tiros e marteladas no início deste mês.

Na fuga três homens que praticaram o crime atolaram o veículo, um cross fox preto e receberam ajuda de uma viatura da polícia militar para retira-lo do atoleiro. Os policiais da viatura reconheceram um colega de farda identificado como Cabo Fábio.

Samira Cruz foi ferida com dois tiros na perna e por enquanto não tem condições de caminhar. Ela está escondida na casa de amigos da família e resolveu contar o que viu na esperança de que o assassinato do companheiro seja elucidado.

“Eu estava com o Eduardo na casa de uns colegas e nós fomos no Parque Brasil, eu fui na casa de uma amiga e quando me espantei um carro se aproximou, um dos homens perguntou se eu era namorada do Eduardo e eu disse que não. Aí um outro homem saiu do carro com uma arma e pediu pra eu entrar, eles disseram que eu tinha que dar conta do Eduardo se não iria morrer. Eles ameaçaram atirar na minha perna. Eles me bateram na cabeça e no rosto até quando eu falei onde o Eduardo estava. Quando chegamos onde Eduardo estava, eu chamei ele e ele foi colocado no carro e começou a tortura, quebraram o pé dele, bateram muito nele. Ele pediu muito para no matarem ele e ninguém pode fazer nada. Ele ficou no carro pegando na minha mão e eles bateram na mão dele com martelo. Depois mandaram ele sair do carro, já perto de um matagal e quando ele correu eles atiraram. Ele já estava no chão quando terminaram de matar ele. Eram três homens, dois estavam armados e um ficou no carro comigo. Depois eles mandaram eu sair do carro e atiraram na minha perna, mandaram eu ficar calada. Disseram pra eu ir para o matagal e se eu falasse alguma coisa eles iriam me matar. Eu fiquei observando calada e vi que eles atolaram e pediram ajuda. Quando eles saíram, um homem passou e eu pedi ajuda. A polícia viu quem estava no carro pois foram eles que ajudaram eles a tirar o carro”, disse Samira Cruz.

Samira afirma que teme pela sua vida. “Acho que eles pensaram que não ia dar em nada. Eu quero justiça na por mim e sim pelo Eduardo. Eu sei que ele não era santo, mas isso não justifica a morte cruel que ele teve. Quando ele foi preso e depois solto, um policial de investigação disse que o Eduardo não ia sobreviver porque tinha uns caras que queriam matar ele. Ele foi solto porque não tinha flagrante. Eu faço um apelo para as autoridades, que esses três bandidos devem ir para a cadeia”, afirmou.

No final da entrevista, Samira faz uma revelação. “Ele já tinha roubado muita casa de policial”, disse a jovem.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios. Os policiais que prestam socorro já deram depoimento, Cabo Fábio foi afastado de suas atividades e teve arma de fogo recolhida.



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