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Família de Aretha Dantas relata angústia com anulação de provas

Família de Aretha Dantas relata angústia com anulação de provas
| Reprodução
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Em entrevista para a Rede Meio Norte, o pai de Aretha Dantas Claro, seu Aldir, relatou os momentos de angústia que a família está vivendo. "Depois que ela morreu foi que eu soube que ela era espancada todos os dias, ele colocava o cachorro para dominar ela e ficava chutando ela, quando a gente via ela e perguntava, ela dizia que era apenas brincadeira, a gente desconfiava, mas ela garantia que não estava mentindo. Agora não venham dizer que não tem provas porque tem, se você quiser, eu lhe levo lá nas provas de novo já com um ano, eu acho que ainda hoje tem cabelo dela no dente do cachorro", diz. 

A família vive dias de angústia com a decisão da Justiça que determinou a nulidade de provas durante o trabalho da Polícia Civil na casa do acusado. A 2ª Câmara Tribunal de Teresina determinou a nulidade de todo procedimento de busca e apreensão realizado na casa do motorista Paulo Alves dos Santos Neto, acusado pela morte de Aretha Dantas Claro, de 32 anos.


O crime aconteceu no dia 15 de maio do ano passado. Para a maioria dos desembargadores a perícia realizada no imóvel um dia depois do crime teria sido feita de forma ilegal e todas as provas obtidas pela Polícia Civil foram anuladas.

Para o advogado da família, Marcos Vinícius, o trabalho dos peritos feito na casa de Paulo Alves foi decisivo para a elucidação do crime: "A alegação da defesa é que não havia mandado judicial para a entrada da polícia na casa, mas nós entendemos juntamente com o Ministério Público que o estado de necessidade que a polícia se encontrava naquele momento se sobressaia aquela questão. A polícia chegou no local, se deparou com os vizinhos todos amedrontados com a situação porque já estavam sabendo do ocorrido e disseram que ele estava na casa, os policiais subiram o muro e ficaram observando, tinha um cachorro, muita marca de sangue no carro e na casa, a polícia naquele momento para tentar resguardar a vida dele, porque a noticia inicial era de que ele cometeria suicídio,  ainda sim teve a cautela de não adentrar a casa, ligou para o proprietário do imóvel, já que a casa era alugada, o proprietário foi e abriu a porta", declarou. 

"A decisão da justiça pode atrapalhar o andamento do processo  já que anula o carro onde foi o local do crime, a faca que ele usou, as roupas dele que estavam todas sujas de sangue, o aparelho celular dela e um diário onde ele narrou tudo que ele fez", concluiu o advogado da família. 


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