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Jornal Agora

Ministério autoriza estudo para viabilidade da Adutora do Sertão

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Nesta segunda-feira (15), o secretário nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, Henrique Pires, esteve no Jornal Agora para tratar sobre as ações do Governo Federal na área do abastecimento, com o início dos estudos para a construção da Adutora do Sertão, na região sul do Piauí. 

Na semana passada, o Ministério da Integração Nacional garantiu os recursos para a realização de um estudo de viabilidade econômica e ambiental para a construção da adutora, que visa explorar o Aquífero Cabeças,  captando água e levando para municípios do semiárido piauiense, no sudeste do estado. 

Além disso, Henrique Pires falou sobre o andamento das obras do Centro de Convenções de Teresina e, segundo ele, o Governo do Piauí ainda não teria solicitado, junto ao Governo Federal, a liberação dos recursos para a conclusão da obra. 

Henrique Pires (Crédito: Reprodução)
Henrique Pires (Crédito: Reprodução)

“Eu sempre falei para o governador, falo para o prefeito Firmino Filho e para quem sempre me procurou quando eu estava na Funasa, no Turismo ou nas Cidades: se é para ajudar o Piauí, não interessa a cor partidária, o pensamento político ou a ideologia. E tentamos no Centro de Convenções, fazendo deliberações visando gastos de aplicações, mas, sempre disse que, na primeira reunião que fiz com a Caixa Econômica, me falaram da dificuldade para a parte cênica, não adianta ter a parte estrutural e não ter a parte cênica, você não vai inaugurar nunca. Até hoje o Ministério do Turismo aguarda a solicitação do Governo do Piauí para a liberação dos recursos, que nunca chegou”, disse.

Sobre o empréstimo da Caixa para o Piauí, Henrique Pires negou que haja má vontade do Governo Federal na não liberação dos recursos. Segundo ele, a demora se dá por conta da burocracia.

“Já foi deliberado uma parte, a segunda parte está esperando a prestação de contas. Jamais que o presidente ou o gabinete dele irá fazer qualquer ingerência para prejudicar qualquer estado, não acredito nisso, vejo como uma questão de burocracia”, destacou. 


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