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Jornal Agora

R. Silva acredita em vitória no segundo turno: "Nós vamos virar"

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Em entrevista concedida ao Jornal Agora, nesta quarta-feira (25/11), o candidato a vice-prefeito de Teresina, R. Silva (Progressistas), na chapa encabeçada por Kleber Montezuma (PSDB), disse acreditar na vitória no segundo turno das eleições.

“Nós vamos virar. Na verdade, é o eleitor de Teresina que vai conceder a vitória no próximo domingo ao professor Kleber e ao R. Silva. O eleitor está atento, observando a postura dos candidatos que disputaram a eleição de prefeito no primeiro turno, e também a postura de alguns candidatos que disputaram na nossa coligação e que estão se juntando ao blocão para tentar eleger a oposição”, disse.

Ao avaliar a mudança de lado, inclusive de candidatos e vereadores eleitos pelo seu partido, o Progressistas, R. Silva disse se tratar de um “momento de fraqueza. Para ele, é um grupo que está pensando em “se beneficiar achando que o outro lado já venceu, e isso não ocorreu nem vai ocorrer”. “Esqueceram o compromisso que eles assumiram como candidato a vereador e com o povo da nossa cidade”, completou.

R. Silva alfinetou ainda candidatos a prefeito que mudaram de postura para apoiar Dr. Pessoa (MDB). “Eles rasgaram seus projetos e planos de governo. No início da campanha cada um apresentou um plano de governo diferente, e no segundo turno deixaram de pensar no plano de governo para pensar no plano deles, para pensar em benefício próprio”.


Papel como vice

Respondendo questionamento da jornalista Sávia Barreto, R. Silva negou intenção de assumir cargo numa eventual gestão de Kleber em Teresina. “A partir de janeiro, eu irei ajudar o professor Kleber a administrar a cidade. Não serei postulante a nenhum cargo de secretário (...) temos muitos compromissos assumidos e não vou me prender a um cargo de secretário. Irei retornar para as comunidade em que estamos buscando apoio, e como eu disse, junto ao meu partido, ajudar no crescimento da cidade”.

Citou propostas para o asfaltamento de ruas e avenidas, pavimentação de estradas na Zona Rural, melhorias no transporte coletivo, ações para combate ao desemprego e oferta de vagas para os mais jovens, além da intenção de trabalhar com a Guarda Municipal, com apoio das forças de segurança do estado, para reduzir a violência na cidade. 

“Ajudar também o comerciante a destravar a burocracia que existe, e trabalhar para que a prefeitura seja um órgão facilitador. E dar mais chance às pessoas que querem trabalhar por conta própria”, afirmou R. Silva.

Ciro Nogueira sumiu da campanha?

O candidato negou que o senador, presidente nacional do Progressistas, tenha se afastado da campanha nesta reta final. Ele reforçou que o senador tem compromisso com Kleber Montezuma, e que “o fato de ele estar viajando, como sempre fez, em busca de investimentos, não significa dizer que ele esteja fora da campanha”.

Relação com a Câmara Municipal

Questionado sobre como Kleber pretende se relacionar com o Legislativo, R. Silva afirmou que o tucano é “homem de diálogo”, e que o relacionamento com a Câmara, caso eleito seja, “vai ser o melhor possível”.

“No meu caso, tenho facilidade de dialogar com as categorias de trabalhadores, como também com a Câmara”.

Críticas à gestão petista no Estado

Ao explicar a campanha tucana, que a todo tempo compara a gestão na capital com a do governo do Piauí, R. Silva citou o caso do tratamento aos servidores públicos. “Se você comparar o que é hoje o IAPEP e o Plamta, os empréstimos consignados dos servidores do estado, e como funciona o IPMT na prefeitura, você vai perceber que a diferença é muito grande”, diz.

O candidato cita ainda os problemas relatados por servidores estaduais em relação ao não repasse dos valores descontados nos contracheques, que leva à inclusão nos cadastros de devedores,  e a demora na garantia do atendimento. “As pessoas morrem por falta de tratamento”.

“E na educação, se nós fizermos um comparativo de qual a melhor escola, se a do estado em relação à do município, vamos ver com facilidade que é no município que tem a melhor educação”, completou.

R. Silva considera que Wellington Dias é o “coordenador e apoiador geral da campanha do Pessoa” e que na capital, o PT nunca governou, por que “o povo tem medo da administração do PT”.

Na mensagem final ao eleitor, o candidato recomendou que o eleitor não fique “impressionado” com as pesquisas de intenção de voto que colocam a oposição em grande vantagem no segundo turno. “No primeiro turno ocorreu que os institutos de pesquisa concederam maioria de 24 pontos para pessoa, e na apuração só ficamos com diferença de 7,5%. Quem vai eleger não são os institutos, é o povo independente, o povo livre”.


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