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Jornal Agora

Rui Costa quer estados responsáveis por obras de infraestrutura

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Na edição do quadro Jogo do Poder, do programa Agora, desta quinta-feira (22), composto pelos jornalistas Amadeu Campos, Arimatea Carvalho, Ananias Ribeiro, Efrem Ribeiro e Sávia Barreto, os profissionais explanaram os principais pontos dos bastidores da política local e nacional.        

O governador Wellington Dias concedeu entrevista à jornalista Cinthia Lages, para o Jogo do Poder, sobre o segundo dia do evento que reúne os governadores de estados nordestinos que formam o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Nordeste. "Eu creio que ficou claro que há um conjunto de oportunidades variadas para investimentos nos nove estados do Nordeste, investimentos casados com o governo federal também. Acredito que o Nordeste sai mais conhecido, sobre estas oportunidades, a partir deste evento. Vamos ter painéis hoje a tarde para detalhar as equipes técnicas para o setor privado, foi um momento muito importante e vai trazer bons resultados e bons investimentos para toda a nossa região" disse.

O presidente do Consórcio e governador da Bahia, Rui Costa, também falou para a Rede Meio Norte e afirmou que uma das saídas para agilizar o andamento de obras de infraestrutura é delegar a responsabilidade aos estados. "Não existe país competitivo se não tem uma boa infraestrutura, para ser competitivo o país precisa ter ferrovia, portos e aeroportos. Se o governo federal fizer mais delegações por estados ou conjuntos de estados nós podemos agilizar isso. Tem vários exemplos de ferrovias que estão há anos paradas esperando só o processo burocrático para fazer o leilão, a Bahia é um exemplo, a Transnordestina estava parada há muito tempo. No caso da Bahia, eu já me coloquei à disposição para  que eventualmente o Estado fizesse o leilão, ou seja, que fosse transferido o ativo para o Estado e nós faríamos a licitação. Agora está vencendo um novo trecho da [Ferrovia] Centro Atlântica e podemos fazer mais rápido. O governo federal tende a ser sempre mais lento neste processo. Então se nós quisermos mais agilidade para a construção de portos e aeroportos é preciso delegar aos estados para que eles acelerem os investimentos, assim como outros países também fazem", afirmou.

"Se cada projeto em cada estado já é interessante, quando você junta nove estados com um conjunto muito maior de projetos ele se torna mais atrativo, porque tem empresas grandes internacionais que só querem vir se o projeto for grande, então quando se agrega mais estados, aumenta o apetite das empresas e é esse o nosso objetivo em novembro na Europa", completou.



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