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Quem Quem: "Frank Aguiar deveria ser candidato por São Paulo"

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Após uma série de sabatinas com os 10 candidatos ao Governo do Estado, o Jornal Agora da Rede Meio Norte reforça seu compromisso democrático e iniciou na tarde desta sexta-feira (24/08) uma maratona de entrevistas com candidatos ao Senado Federal. Francisco das Chagas, Quem Quem, candidato ao Senado pelo Avante, é o primeiro a participar da série de sabatinas. 

Quem Quem respondeu perguntas dos jornalistas Arimatéa Carvalho, Samantha Cavalca, Ananias Ribeiro e do apresentador Amadeu Campos. Nos 10 minutos finais, a candidato respondeu questionamentos enviados por telespectadores. A sabatina teve duração de 30 minutos.

Durante a entrevista, Quem Quem falou de suas propostas caso seja eleito e dos tramites que quase impediram sua candidatura. 

Francisco das Chagas, Quem Quem (Crédito: Efrém Ribeiro/Jornal Meio Norte)
Francisco das Chagas, Quem Quem (Crédito: Efrém Ribeiro/Jornal Meio Norte)

Amadeu Campos: Candidato,  por que o senhor se considera preparado para representar o Piauí no Senado Federal?

Quem Quem: Primeiro quero dizer que não sou melhor do que os outros, mas me sinto preparado porque eu tenho a vivência . Eu desde 2004 estou na política com muita humildade, pé no chão. Eu tenho minha atividade profissional que me dá acesso direto ao povo, e através desse acesso, dessa vivência, eu fabrico e vendo cocadas, então eu visito a periferia toda, eu ando, eu ando ali, vejo o que o povo está sentido na rua, suas reclamações, o sentimento de revolta do povo. Os representantes que ali estão, eles estão trabalhando em prol de si mesmo, estão se servindo da política em vez de trabalhar pelo bem do povo. 

Amadeu Campos: Os senadores? 

Quem Quem: Todos os senadores. Você vê aí todos os senadores que votaram a favor da reforma trabalhista, dos que estão pretensos a votar pela reforma previdenciária e aqueles que votaram essa mínima reforma eleitoral, que só veio para prejudicar ainda mais o pequeno. É esse ponto, escândalos e mais escândalos de corrupção, a gente vê todo dia a Polícia Federal arrebentando portas, secretarias indo buscar lá dentro pessoas comprovadamente metidas em escândalos de corrupção, do dinheiro que é desviado dos cofres públicos e que reclamam da previdência, que não tem dinheiro, mas só esse dinheiro que é desviado dos desfalques, desmandos, da roubalheira que o povo chama, já daria para sanar a previdência 10 vezes. 

Samantha Cavalca: Candidato, em entrevista recente ao Jogo do Poder o senhor afirmou que há candidatos ao Senado que são oportunistas. O senhor estava falando de quem? 

Quem Quem: É uma oportunidade de nós esclarecermos ao cidadão piauiense dos candidatos que estão aí. Os candidatos oportunistas são aqueles que são expurgados de outro estado e que querem vir para o Piauí enganar o nosso povo. Os candidatos oportunidades se aproveitam da máquina pública. 

Samantha Cavalca: O senhor está falando do Frank Aguiar?

Quem Quem: É…É o único que veio de fora, não é? É o único que veio de fora, expulsado de São Paulo para o Piauí. O que o povo me pergunta na rua, Samantha, é o por que,  por que que ele não se candidatou pelo Piauí? Por que que ele foi se candidatar a deputado federal por São Paulo? E todo mundo diz, o auge da popularidade dele de São Paulo é a mesma do Piauí, por que que ele escolheu vir defender o povo do Piauí? O povo que está em São Paulo, os piauienses que moram em São Paulo, eles querem, sim, que alguém venha para o Piauí defender a família deles, defender os direitos dele que foi para SP suar a camisa, ganhar seu dinheiro para mandar para família, o esposo que manda para criar os filhos, o filho que manda para os pais. Então por que que ele foi simplesmente ser candidato lá e não veio ser candidato aqui? Por que o negócio lá é maior? 

Ananias Ribeiro: Candidato, o senhor tem um modo próprio de fazer campanha: mistura propostas com humor, mistura o sério com brincadeira e isso se tornou uma marca do senhor em todas as eleições. Afinal de contas, o eleitor deve encará-lo de que forma, como um representante sério ou como um representante para protestar contra o que está aí colocado na política? 

Quem Quem: Ananias, obrigado pela pergunta! Os dois, sério e para protestar; o sério, porque eu faço o humor na campanha, mas eu vou fazer a coisa séria no mandato, diferente deles que falam sério na campanha e fazem palhaçada com o nosso povo no mandato, com desrespeito ao nosso povo, trabalham em prol da família, e esquecem o povo; protesto, sim, porque você vai protestar, um candidato humilde. Eles chamam de candidato que não tem representatividade, porque não tenho estrutura milionária para fazer campanha, porque eu não tenho uma estrutura política em todo o estado. Você vai protestar, sim. Vai apertar 700 e dizer “é esse aqui que eu quero”, “esse que me representa”. É, Ananias, a nossa propaganda sempre tem bom humorado, como você mesmo disse, chamando atenção do cidadão para as mazelas que eles mesmos provocam para o nosso povo, e aí é que nós conseguimos atenção porque o hoje a pessoa, o cidadão senta na frente da televisão para assistir propaganda eleitoral, faça uma pesquisa IBOPE para saber se dá audiência, o povo está cansado de ver tantas mentiras. O povo está cansado de ver tanto político usufruindo da máquina pública em interesse próprio e chegando lá esquecendo dos compromissos que fez com o povo. 

Ananias Ribeiro: Candidato, o senhor falou em propaganda, então queria saber se já tem ideia do que irá fazer em 4 segundos? 

Quem Quem: Rapaz, é como eu disse ali para o cidadão: falam que o Quem Quem não tem doutorado, mestrado. Mas eu digo em relação em transformar o pouco em muito, Quem Quem tem é PHD. 

Amadeu Campos: Com quatro segundos, como seria? 

Quem Quem: É estratégia, Amadeu. Agora se você quiser eu posso fazer que nem o Enéas: "Para vocês se revoltarem, votem Quem Quem para senador! 700!" Só que vai ser melhor, é uma questão que se for falar é igual presente, você não diz que vai dar, você dá, então aguarde que você vai ver na TV. 

Arimatéa Carvalho: Eu gostaria de saber qual seu relacionamento com o candidato a governador na chapa majoritária. Houve um embate, o senhor foi votado, escolhido pelos partidos que formam a chamada “chapinha” para ser o candidato a senador, só que que o Elmano Férrer demonstrou publicamente que tinha preferência por outro candidato, o professor Paulo Henrique, da UESPI, da Rede de Sustentabilidade. O senhor deu uma entrevista ao Jogo do Poder logo depois e eu senti uma “mágoa”, o  senhor disse “só porque sou humilde, e não sou figurão”. O senhor ainda está magoado? Isso já foi superado, como está a situação? 

Quem Quem: Ananias, obrigado pela pergunta! Ou, Ari Carvalho! Humildemente nós somos cristãos, então para mim isso é página virada. Está revolvido. 

Amadeu Campos: Mas houve mágoa?

Quem Quem: Mágoa não houve. O que houve foi, vamos dizer assim, um planejamento equivocado de lançar três senadores, porque você veja bem, o nosso governador, Elmano, vai ter 38 segundos de televisão, se for só eu e a Flávia cada um iria ter 17 para 18 segundos. Quando se lançou os três, se lavou 4 por 33, Flávia 4 e o Paulo Henrique vai ter 3,5, então fica até inviável você  pedir voto para governador na televisão porque ou você fala seu nome ou fala o nome do governador. 

Ananias Ribeiro: O senhor não vai pedir voto para Elmano Férrer? 

Quem Quem: Não, claro! Eu vou pedir, é o meu governador. É o governador que o meu partido fechou com ele na majoritária, e jamais seria inconveniente, nem incoerente de não pedir voto exatamente porque o Elmano é o meu governador. E dois anos passou pela prefeitura de Teresina e fez todas sobras que todo mundo vê, ele deu uma aceleração na conclusão das obras, deixou obras para serem feitas e saiu de mãos limpas. 


Amadeu Campos: O senhor tem feito agenda de campanha com Elmano? 

Quem Quem: Nós estivemos agora no Mafuá, domingo, com a caminhada, e nós vamos andar ali pela região onde minha mãe e irmãs moram e onde morei, eu cresci no Mafuá. Nós vamos estar presente lá. Essa questão de agenda, o governador passou essa semana gravando propaganda eleitoral, eu passei a semana resolvendo questão de contas, talão de cheque, atrás de doação para poder mandar fazer material porque a lei é bem clara, só se pode fazer mediante conta bancária do projeto da campanha. Então essa semana agora foi uma semana totalmente burocrática, vamos dizer assim como pessoal chama, trabalhando para consolidar a candidatura porque hoje é o último dia de prestação de contas. 

Samantha Cavalca: Candidato, o senhor falou que há candidatos que só trabalham em prol da família, então queria saber quem são eles? 

Quem Quem: Samantha, o povo diz na rua que a pior chapa que tem é a chapa do trator e do cantor. É o que o povo diz na rua, a do trator e a do cantor. 

Amadeu Campos: Mas eles não são de chapas diferentes? 

Quem Quem: É, mas tem dobradinha. É a dobradinha do mal, porque o trator trata de ajeitar a família dele, o governador e o senador da família dele, cujo qual ajuda eleger o sobrinho, o irmão. Usou o prestigio de senador, pediu votos para sua esposa dentro da Assembleia elegenda ela, conselheira do Tribunal de Contas para julgar as contas do próprio governo. Permitiu a imoralidade, não estou dizendo que é ilegal, permitiu a imoralidade dos filhos fazerem concurso público dentro de seu mandato na pasta comandada pela mãe e os dois Einstein do Piauí passaram em primeiro e segundo lugar. Uma imoralidade, um tapa na cara do cidadão piauiense. 

Amadeu Campos: Mas não está na lei? 

Quem Quem: Está na lei, mas imoral. Como é que eu sou governador do estado e vou colocar meus filhos para concorrer com o povo do Piauí para duas vagas? Sendo filhos de pessoas bem sucedidas financeiramente, ricas, pode se dizer, eu vou permitir como governador no meu mandato? Manchar o meu mandato dessa forma? Fica difícil, Amadeu.



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