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Bom Dia Meio Norte

"É preciso que a gente saia do silêncio",diz delegada em entrevista

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Na manhã desta terça-feira (07/11), o programa Bom Dia Meio Norte recebeu em seus estúdios a delegada Anamelka Cadena, titular do Núcleo de Feminicídio da Polícia Civil do Piauí, e falou sobre o crescente número de mulheres mortas no Piauí.

O Piauí possui a maior taxa de feminicídios de todo o Brasil, segundo o 11º anuário brasileiro de Segurança Pública, divulgado no dia 30 de outubro, pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Segundo a pesquisa, que comparou dados de 2015 e 2016, do total de mulheres mortas no Piauí no ano passado, 57,4% foram vítimas de feminicídio, que é a morte pela condição do sexo feminino.

“Tudo é relacionado a questão da qualidade dos dados também, porque em níveis de morte no geral de mulheres, até que está baixo o  número em relação ao parâmetro nacional, todavia, desse total de número de mortes de mulheres a maioria é feminicídio porque a gente tem uma qualidade maior de investigação, cada caso é um caso a ser investigado especificamente, é observado desde o local de crime, você tem um protocolo a ser seguido em toda a investigação, tem essa preocupação em definir essa circunstância em cada morte de mulher, então essa preocupação e qualidade faz realmente que esse cenário fique mais desvelado”, explicou a delegada.

De acordo com a delegada, quando a legislação surgiu o problema que já vinha acontecendo foi nominado. Então a partir do momento que esse problema foi nominado ele ganhou  uma maior visibilidade, passou da escala do invisível. Isso permitiu que se passasse a discutir mais a pauta da violência doméstica, já que no cenário estadual a maioria dos feminicídios são íntimos.

Para ajudar a identificar casos de violência contra a mulher e denunciá-los, foi criado o aplicativo “Salve Maria”. A ferramenta atende tanto mulheres em situação de violência, quanto pessoas que não compactuam e queiram ajudar denunciando os crimes. As denúncias são realizadas de forma anônima. O aplicativo conta com duas formas de denúncia, o botão do pânico é uma delas.

“O vizinho, o familiar que não queira se identificar, é preciso que a gente saia do cenário do silêncio para que o problema seja enfrentado desde o início”, disse.


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