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"Empresário tirou a placa para dificultar trabalho da polícia", afirma Matheus Zanatta

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Na tarde desta quinta-feira (17/09), a Polícia Civil do Piauí cumpriu mais um mandado de sequestro de um veículo Mercedes Benz C180. O carro avaliado em R$ 130 mil foi recuperado em uma residência no bairro Cristo Rei na zona Sul de Teresina.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Matheus Zanatta, o carro foi comprado por R$ 40 mil. “Nós já estávamos atrás desse carro, conseguimos identificar a pessoa que estava na posse dele que é um empresário do ramo de alimentação e tem uma loja no Teresina Shopping, fiz uma ligação, entrei em contato com essa pessoa para ele entregar a Mercedes espontaneamente, mas ele alegou que não tinha Mercedes nenhuma, que não tinha comprado Mercedes e que estava na posse de um veículo Gol. Pedi para ele ir na delegacia, ele disse que não iria e só ia mediante intimação, então tive que me deslocar até a casa dele e cumprir o mandado de sequestro da referida Mercedes, quando chegamos inicialmente não encontramos o carro mas depois ele chegou com a Mercedes”, declarou.

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O delegado destacou ainda que o veículo estava sem placa porque o empresário retirou justamente para dificultar a ação policial. “Ele foi conduzido para a delegacia, foi interrogado, disse que tinha pago R$ 40 mil reais na Mercedes e que ia assumir o financiamento mas não apresentou nenhum boleto bancário, nenhum contrato de compra e venda e na verdade o veículo saiu por R$ 40 mil reais. Ele será indiciado por receptação até pelo fato de ele não ter nenhum contrato formalizando a compra dessa Mercedes. Ela estar sem placa também já caracteriza a má fé dele”, disse.

Sobre o acusado de ser o chefe da quadrilha, Roberto Albert, o delegado afirmou que ele já tinha sido indiciado por furto qualificado. “Em 2016 , ele tinha uma empresa de telecomunicações em Teresina e foi denunciado pelo Ministério Publico por furto qualificado tendo em vista que ele instalou um terminal telefônico de forma clandestina e está denunciado. Ele tinha cinco nomes falsos com seus respectivos CPF’s ativos, o CPF é um documento expedito por um órgão federal e que atinge diretamente a União, irei comunicar a Polícia Federal sobre todos esses fatos que devem fazer a investigação do caso”, afirmou.

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