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Bom Dia Meio Norte

"Pela manhã ele deve se entregar", diz coronel Alberto sobre Cabo

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Um tiroteio na tradicional prévia de Carnaval Banda Bandida, realizada no centro de Teresina, deixou duas pessoas feridas na madrugada de domingo (14). Os dois baleados foram encaminhados para o Hospital de Urgências de Teresina e um deles precisou passar por cirurgia.

O coordenador geral de Operações da Polícia Militar, coronel Alberto Menezes, afirmou que a Polícia Militar ainda não tem informações sobre a motivação do crime. Uma pessoa foi presa e o cabo do exército responsável por alguns dos tiros se encontra foragido.

“No dia do evento colocamos duas viaturas e motocicletas lá. A guarnição da Força Tática comandada pelo 3° sargento Cláudio escutou cinco disparos na parte interna, entrou e se deparou com duas pessoas feridas. Os vigilantes que estavam no local informaram as características do atirador e a guarnição saiu em perseguição. Logo depois fizemos a prisão do Felipe, conhecido como ‘peixe’, isso porque na saída ele deu um disparo para trás que atingiu uma terceira pessoa não identificada. Fizemos diligências atrás do cabo, mas ele não foi localizado”, afirmou o coronel acrescentando que ‘peixe’ foi levado para a Central de Flagrantes e autuado por tentativa de homicídio.

Ainda segundo o coordenador, possivelmente pela manhã desta segunda-feira (15), o cabo do exército deve comparecer a sua unidade militar e o delegado deve reconhecer sua prisão por tentativa de homicídio.

“A primeira diligência foi tentar localizar e prender o cabo, como não foi possível lá nos identificamos o carro do cabo já que a chave e toda documentação estavam de posse do Felipe. Dentro do carro  encontramos carregadores, munições e uma autorização para transporte da arma, a identidade foi encontrada e todo o material foi levado para a Central de Flagrantes”, declarou.

“Estamos tentando marcar uma reunião para tratar no QCG com os organizadores de eventos e segurança para deixar bem claro quem pode entrar nesses locais armados, toda essa questão de carteirada foi feita uma estratégia, deixar bem claro que nenhum funcionário publico tem direito de entrar de graça em nenhum evento, se ele for uma autoridade tem que se identificar, se tiver um porte tem que mostrar um porte”, disse.



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