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Ecoaventureiro solta bicho e mostra BUDEGA só de CoiZanossa!

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Programa @coizanossa, com o ecoaventureiro @alcidefilho. Assista na Rede Meio Norte. Horário: estréia, 12h e horário alternativo às 22h30, com mesmo conteúdo. Assista também pelo http://www.meionorte.com/rede-meionorte 

As aventuras pelos Campos Maiores continuam. O Ecoaventureiro Alcide Filho navegou de bote inflável pelo histórico rio Jenipapo, o mesmo em cuja margem aconteceu, em 13 de março de 1823, a histórica Batalha do Jenipapo. Este é o episódio 6.

Aventura pelo histórico rio Jenipapo, em Campo Maior.  (Crédito: Zé Preá)
Aventura pelo histórico rio Jenipapo, em Campo Maior. (Crédito: Zé Preá)

Batalha do rio Jenipapo: no PIAUÍ, UM BRASIL DIVIDIDO, SOMOU.  De um lado 1.600 soldados da artilharia portuguesa, armados de carabinas, baionetas e onze canhões. Do outro, 2.000 inexperientes, incluindo vaqueiros piauienses, vizinhos cearenses e maranhenses, lavradores e ex-escravos. Levavam fé, paus, foices, enxadas e lanças improvisadas. Tinham o corpo, a cara e uma insensata coragem diante da morte anunciada. A batalha concentrou-se no leito descampado do rio Jenipapo.  Começou às nove horas e terminou pelas duas da tarde. A luta foi desigual. Entre mortos e desaparecidos, foram quase 600. As baixas foram de 1 português para 6 patriotas. O Comandante português Fidié ganhou a batalha. Mas, moralmente, perdeu a guerra. Nunca mais lutou. A coragem dos combatentes de Campo Maior o impressionou. Ao entardecer teve grande parte de sua carga capturada. Com menos mantimentos e quase sem munição, marchou para o Maranhão. A Batalha do Jenipapo, nos confins do Piauí, juntou um Brasil continente, antes dividido, em um único destino.    

Ecoaventureiro Alcide Filho segura cágado fisgado por um pescador, instantes antes de libertá-lo nas águas do rio Jenipapo, em Campo Maior.  (Crédito: João Lucas)
Ecoaventureiro Alcide Filho segura cágado fisgado por um pescador, instantes antes de libertá-lo nas águas do rio Jenipapo, em Campo Maior. (Crédito: João Lucas)

Cágado fisgado por anzol... volta à liberdade.  

Na aventura de navegar de bote inflável pelo rio Jenipapo o ecoaventureiro gravou um flagrante raro: um pescador captura um cágado, um tipo  de tartaruga de água doce, fisgado pelo anzol ao engolir isca lançada na água. De imediato, com um canivete multifunção, o anzol foi retirado e o animal devolvido ao rio Jenipapo. João Lucas, câmera do Coizanossa, soltou o cágado nas águas do rio Jenipapo.  

Cágado, um tipo de tartaruga de água doce, é libertado nas águas do rio Jenipapo após ser fisgado por pescador.  (Crédito: Alcide Filho)
Cágado, um tipo de tartaruga de água doce, é libertado nas águas do rio Jenipapo após ser fisgado por pescador. (Crédito: Alcide Filho)

Cágado é um nome genérico que designa as tartarugas de água doce, com patas dotadas de membranas interdigitais (como os patos) e unhas, o que lhes proporciona habilidades para mergulho e natação.  Mas vamos distinguir os primos: tartaruga, jabuti e cágado. O que há de comum é que todos são quelônios, têm um casco ou carapaça dorsal óssea. Das 12 famílias em que se dividem os quelônios, 9 são de tartarugas. Ao todo, são mais de 260 espécies de quelônios no planeta. Eles existem há mais de 200 milhões de anos.  Surgiram no período geológico do Triássico.

Cágado, a tartaruga de água doce (Crédito: Divulgação/Internet)
Cágado, a tartaruga de água doce (Crédito: Divulgação/Internet)

Tartaruga:  As tartarugas podem ser tanto marinhas quanto de água doce. Elas têm o casco mais alto que o dos cágados. Outra diferença: as tartarugas não dobram o pescoço para o lado ao recolhê-lo para dentro do casco, como fazem os cágados.

Jabuti : Da água esse está fora. O jabuti é o único dos quelônios que vive exclusivamente na terra. Ele também pode ser facilmente identificado pelo casco alto e pelas patas traseiras em formato cilíndrico, que lembram as de um elefante

Cágado : Distingue-se do jabuti por ser um quelônio de água doce e não terrestre. Diferentes das tartarugas, os cágados possuem casco mais achatado e têm o pescoço mais longo.

Budega do Felipe: tudo de bom e do melhor do regional, em Campo Maior. (Crédito: João Lucas)
Budega do Felipe: tudo de bom e do melhor do regional, em Campo Maior. (Crédito: João Lucas)

Budega do Felipe, um lugar que é Coizanossa.  Fora das águas, o Ecoaventureiro desembarcou na Budega do Felipe. O endereço, na Avenida Senador José Eusébio, 1024, no Mercado Público Municipal de Campo Maior, funciona desde 1980. E tem de tudo de bom: Artesanato, Cachaça, Cajuína, Castanha de caju, doces, Farinhas, Feijão, Geleias, Goma, Licores, Manteiga de Garrafa, rapadura e outras surpresas. Ao todo, são mais de 400 itens catalogados. Está tudo exposto para vendas. E saborear. Vale uma visita para degustar e se encantar. Quer um contato com a Budega do Felipe? Tente o (86) 99900-9180.

Benjamim, Jacqueline Lages e Carlos Brandão: algo a nos dizer.   (Crédito: Alcide Filho/João Lucas)
Benjamim Vale, Jacqueline Lages e Carlos Brandão: algo a nos dizer. (Crédito: Alcide Filho/João Lucas)

Quem tem algo a dizer que diga! Na série de entrevistas do #allgoadizer, prosseguem os depoimentos do Neurocirurgião Benjamim Vale, o Desembargador Federal Carlos Augusto Pires Brandão e a pecuarista e fazendeira Jacqueline Lages.

Assista, em qualidade HD, de qualquer lugar do mundo.  

http://www.meionorte.com/rede-meionorte

Acompanhe as ECOaventuras: https://www.instagram.com/alcidefilho/

@alcidefilho




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