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Jogo do Poder

Bibo Nunes defende retomada da economia: "Não há saúde, sem economia"

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Por Francy Teixeira

Na edição do Jogo do Poder desta terça-feira, 30 de junho, os jornalistas Amadeu Campos, Arimatéa Carvalho, Ananias Ribeiro e Efrém Ribeiro entrevistaram o deputado federal Bibo Nunes (PSL-RS). Aliado do presidente Jair Bolsonaro, o parlamentar está envolvido em uma série de polêmicas, a mais recente envolveu os cantores Chico Buarque e Caetano Veloso que o processarão por suposta disseminação de fake news; Bibo indicou que eles recebiam dinheiro em troca de apoio ao Partido dos Trabalhadores nas eleições.

“O que disse foi o seguinte, que um artista como um Chico Buarque da vida, dando exemplo, que artistas do tipo não precisam receber dinheiro. O que quis dizer dar dinheiro foi patrocinar um show de um Chico Buarque da vida. Sou contra quem já é conhecido receber patrocínio do Governo, não falei de lei de incentivos. É justo dar dinheiro do Governo para quem já está consagrado?”, afirmou.

Diante da pandemia da Covid-19, Bibo Nunes sintetizou que o presidente está fazendo o possível, e destacou o apoio à prorrogação do auxílio emergencial, indicando que a defesa do Governo seriam três parcelas: R$ 500, R$ 400 e R$ 300.

“O que nós temos no Governo são mais três meses de 500 reais, R$ 400 e R$ 300; se fosse pelo presidente da República dava mais três parcelas de 1 mil reais, mas não tem caixa. Eu propus que meus colegas doassem metade do salário, mas não obtive apoio”, indicou.

Bibo Nunes defendeu o isolamento vertical, onde as pessoas que estão no grupo de risco ficam em isolamento, e aquelas que não estão retomam as atividades. “Nós estamos enfrentando a maior pandemia dos últimos tempos, uma crise sanitária muito grande, mas quero lembrar que o Brasil é o país que mais curou pessoas com coronavírus; o Governo está fazendo de tudo, no início houve uma discussão de quem poderia comandar, o STF decidiu as Prefeituras e Governos, o presidente é adepto ao isolamento vertical, e eu sou também”, frisou.

O deputado federal destacou que é o momento  de pensar na economia, pois ela é essencial para a saúde. “O que temos que fazer é cuidar também da economia, não existe saúde sem economia. Então a recessão muito forte vem após, quando acabar a pandemia”, disse.


Nomeação de Decotelli

O aliado do presidente Jair Bolsonaro defendeu a nomeação de Carlos Alberto Decotelli, indicando que o conhece e sabe da sua competência, tal como vontade de fazer o bem pela educação.

“Fiquei muito feliz quando vi a nomeação do Decotelli, foi muito bem aceito, é adorado aqui no Rio Grande do Sul, e é muito competente. Seria uma demonstração para quem chama o Bolsonaro de racista, que não tem o menor fundamento, colocar um negro no Ministério. Ele é uma excelente pessoa, tem competência, está com vontade de fazer, e isso é uma pena”, apontou.

Sobre a possibilidade de adiamento das eleições, o parlamentar defendeu, fazendo uma crítica aos gestores municipais que querem a prorrogação do mandato. “Acredito que vai ficar o primeiro turno em 15 de novembro e o segundo turno em 29 de novembro; eu sinceramente, os prefeitos pedindo para prorrogar estão olhando para o próprio umbigo, não acredito que seja também uma questão ideológica, é uma questão de bom senso”, sinalizou.

No que se refere à possibilidade da direita perder espaço no pleito, Bibo Nunes apontou que não crê nas pesquisas. “Pesquisa não dou a menor importância, se fosse pesquisa o Trump teria perdido para a Hilary Clinton. Pesquisa é na ruas, nas ruas se vê o apoio verdadeiro”, comentou.

Impeachment de ministros do STF - Bino Nunes ainda defendeu o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Melo, por ter indicado que os apoiadores do Bolsonaro são nazistas. “Quero impechment, já pedi, eu sozinho e depois com 24 colegas meus. Pedi o impechment de Celso de Mello e do Alexandre de Moraes. Não aceito esses dois”, frisou.




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