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Caso Izadora Mourão: Mãe de advogada diz que filho é inocente; vídeo

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A equipe da Rede Meio Norte entrou com exclusividade pela primeira vez na noite desta terça-feira (16), no local onde a advogada Izadora Santos Mourão, foi assassinada a facadas, pelo próprio irmão,  o jornalista João Paulo Mourão, no último sábado, dia 13 de fevereiro, no município de Pedro II, no Norte do Piauí.  Bacharel em direito, João Paulo foi preso no fim da tarde de segunda-feira (15/02), por agentes da Polícia Civil do Piauí  que investigam a morte da advogada.


A mãe dos irmãos, identificada como Maria Nerci, de 70 anos, recebeu o repórter Kilson Dione e contou a sua versão do crime. De acordo com a polícia, a idosa teria acobertado o crime, segundo informou Francisco Costa, o Baretta, coordenador do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

“No dia do crime, estava eu, meu filho João Paulo, minha neta e meu filho que é deficiente e a Izadora dormindo no quarto do Joao Paulo, porque ela disse que estava se sentindo tonta e pediu para dormir lá. Aqui são 7 quartos e meu filho é inocente, ele era amigo da Izadora, ele aconselhava ela, nunca fui inimigo de nenhum. Eles nunca discutiram e o João Paulo é incapaz de matar até mesmo um mosquito e quem matou a Izadora foi a mulher que veio fazer uma cobrança para minha filha. Meu filho é inocente”, declarou.

A mãe  da advogada voltou a dizer que que Izadora teria sido morta por uma mulher, possivelmente uma vendedora de roupas, que seria a verdadeira autora do crime. Ela também mostrou o quarto onde o crime ocorreu e as facas que esconde em seu guarda-roupa. Maria Nerci, apesar de alegar ser inocente e seu filho também, já preparou uma mala caso seja presa a qualquer momento.

Segundo o delegado o Baretta, a mãe teria acionado uma diarista para limpar o sangue no quarto da vítima. E pediu à empregada que, se questionada, dissesse que João Paulo estava dormindo em outro quarto, no momento do crime. 

Ao ser questionada sobre o motivo de não ter chamado o filho no momento em que encontrou a filha ensanguentada, a idosa afirmou que precisava chamar a diarista para ter uma testemunha do crime.  “Eu chamei a minha diarista Alzenir com o marido dela e quando eles chegaram eu abrir o quarto e em nenhum momento o João Paulo entrou no quarto, ele ficou todo tempo na porta e só depois que a perícia autorizou foi que ele entrou. A faca que foi encontrada na casa da minha irmã, eu que fui deixar lá antes do crime já prevendo porque a Izadora estava um pouco depressiva”, acrescentou.

Quarto onde a advogada foi morta

Cena do crime foi limpa antes da chegada da polícia

Mae da advogada mostra facas escondidas em seu guarda-roupa

A motivação do crime ainda será esclarecida durante a investigação, mas a polícia já sabe que os dois irmãos tinham desavenças frequentes e esses desentendimentos ficaram mais frequentes desde que Izadora se separou e se mudou de Teresina para casa dos pais, em Pedro II. Na residência, já moravam a mãe, Joao Paulo e um irmão com deficiência. O pai deles já faleceu.  As desavenças entre os irmãos eram aparentemente escondidas, nos perfis em rede social há postagens de declaração de amor e amizade.

João Paulo Mourão tem prisão preventiva decretada

O juiz de direito da Vara Núcleo de Plantão Esperantina, Rogério de Oliveira Nunes,  homologou o flagrante e decretou a prisão preventiva do jornalista João Paulo Santos Mourão, acusado de assassinar a irmã e advogada Izadora Santos Mourão. A decisão foi emitida por volta das 15h42 desta terça-feira (16). O juiz acatou a manifestação do Ministério Público, sustentando que a manutenção da prisão irá garantir a ordem pública, conveniência da instrução criminal e a aplicação da lei penal.

Em entrevista à Rede MN, o delegado Francisco Costa, o Baretta, afirmou que a mãe dos irmãos,  Maria Nerci, também será indiciada e que está comprovado que João Paulo é autor do crime. 


Irmão acusado de matar advogada já escreveu carta com ameaças

O coordenador do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), delegado Francisco Costa, o Baretta, concedeu entrevista exclusiva para Rede Meio Norte e informou que o jornalista e bacharel em direito João Paulo dos Santos Mourão, de 36 anos e principal suspeito de matar a própria irmãIzadora Mourão, já teria planejado o crime e uma das provas é uma carta encontrada no quarto da vítima, em que João Paulo faz ameaças de morte à irmã. Esse documento será anexado ao inquérito policial. O acusado foi preso na noite de segunda-feira (15).

As duas facas usadas no crime foram apreendidas pela polícia. “Uma ele entregou para uma tia guarda e ela já entregou, por livre espontânea vontade, outra o primo entregou. Ela ainda teve a força para se deslocar da cama onde ela estava até onde caiu e deixa um sinal claro para quem sabe interpretar um local de crime de que ela dava uma indicação de que o autor material daquele crime era uma pessoa bem próxima a ela”, acrescentou o delegado Francisco Costa.


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