Sem Neymar e sem dinheiro: Santos terá R$ 3,6 milhões para contratações

Alvinegro sofre sem dinheiro em caixa e aposta em parcerias para montar time forte após ano em branco

O Santos já definiu quanto investirá em contratações para 2014. Para reforçar o elenco que perdeu Neymar e não conquistou nenhum título em 2013, a diretoria do Peixe disponibilizará apenas R$ 3,6 milhões. De olho em um ano melhor, os dirigentes alvinegros torcem por parcerias para aumentar o poder de fogo no mercado e atrair atletas para a Vila Belmiro.


Sem Neymar e sem dinheiro: Santos terá R$ 3,6 milhões para contratações

Apesar do orçamento curto, a diretoria santista planeja contratar até quatro bons nomes para a próxima temporada. O atacante chileno Eduardo Vargas, que pertence ao Napoli, da Itália, e que está emprestado ao Grêmio, é o principal deles. De acordo com o presidente em exercício do clube, Odílio Rodrigues, as negociações para a chegada de reforços já foram iniciadas. Atletas do futebol brasileiro e do exterior estão sendo monitorados.

- A gente montou um planejamento para 2014 e definiu alguns jogadores. Vamos tentar trazer esses jogadores. São jogadores que a comissão técnica avalia como bons e que devem reforçar o Santos. Já começaram (as negociações). Algumas andam e depois voltam - explica o dirigente.

Para compensar a falta de dinheiro em caixa, o Peixe espera fechar parcerias na hora de contratar jogadores. A Terceira Estrela Investimentos (Teisa), grupo formado por empresários torcedores, é uma das parceiras. Mas não deve ser a única, segundo afirma Odílio Rodrigues. O dirigente, entretanto, evita citar nomes.

- A gente vai reforçar o elenco com parceiros. Com certeza, a Teisa, com quem a gente já fez negócio com Mena e Cicinho. Pode ser que tenha uma outra parceria para contratar. A gente só vai anunciar outra parceria se efetivar negócio.

Mesmo encerrando o ano sem títulos - coisa que não acontecia desde 2010 -, a diretoria alvinegra acredita que conseguirá atrair bons nomes para a Vila Belmiro em 2014.

- Acho que, apesar de 2014 ser ano de Copa e de o mercado estar retraído, a gente tem mais chances de contratar (do quem em 2013).

Fonte: GloboEsporte