Advogado investigado em operação da PF morre durante programa com travesti dentro de carro

Advogado investigado em operação da PF morre durante programa com travesti dentro de carro

A travesti, que faz programas sexuais no perímetro urbano da BR-153, mandou mensagens para amigos no momento do incidente

Um advogado morreu vítima de um infarto na madrugada desta sexta-feira, 11, em Araguaína, enquanto supostamente mantinha relações sexuais com uma travesti. O caso aconteceu próximo a um posto de combustíveis no setor JK.

De acordo com informações apuradas pela REDE TO, Walker de Montemor Quagliarello, de 50 anos, deu entrada, por volta das 3 horas da manhã, no Hospital Regional Público de Araguaína (HRPA) e faleceu pouco tempo depois.

A travesti, que faz programas sexuais no perímetro urbano da BR-153, mandou mensagens para amigos no momento do incidente. O site teve acesso ao conteúdo. Confira:

23h56 - "Gente, caramba, um homem aqui apagou depois de go... Tô aki presa num carro e um monte de repórter fora... Q azar".

00h04 - "Deu um branco aqui. O que pode ter sido? AVC, infarto silencioso, coma pós-droga (álcool, narcóticos, medicamento".

00h05 - "Ele apagou... Mas de início tava com pulso forte e normotenso... depois de muito tempo, foi ficando com pulso fraco... aí o samu retirou do carro", finalizou.

O advogado foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu. O corpo foi encaminhado para Palmas, onde acontecerá o sepultamento.

Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) lamentou a morte do advogado, mas deu outra versão para o ocorrido.

"Drº Walker Quagliarello, conhecido entre os colegas advogados como Kiko, estava na estrada entre as cidades de Tocantinópolis e Araguaína quando começou a sentir-se mal. Ao estacionar o carro às margens da rodovia foi vitimado pelo acidente cardiovascular.", diz um trecho.

Operação Maet

Em dezembro de 2012, Walker de Montemor foi suspenso do quadro de advogados da OAB após ser acusado de envolvimento com a venda de sentenças no Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ) durante a operação Maet, da Polícia Federal (PF).







Fonte: redeto