Motoristas sofrem com preços abusivos de flanelinhas; veja!

Motoristas sofrem com preços abusivos de flanelinhas; veja!

Quem tem carro, enfrenta um grande problema: o alto preço cobrado pelos flanelinhas para serem vigias temporários.

O Polo de Saúde de Teresina compreende mais de 30 empreendimentos entre públicos e privados com atendimentos de pessoas de Teresina, do Piauí, do Maranhão e até da região Norte do Pais. Quem tem carro, enfrenta um grande problema: o alto preço cobrado pelos flanelinhas para serem vigias temporários.

Um dos flanelinhas foi questionado pela Rede Meio Norte sobre a forma e o preço das cobranças. ?Carro da clínica não é cobrado. Outros carros, o preço é de R$ 3,00?. Outros chegam a cobrar R$ 5,00, preço que nem sempre é pago pelos motoristas que alegam que as vagas são públicas. Diversas confusões já foram presenciadas por quem trabalha próximo às clínicas. ?Eu já presenciei muita discussão verbal?, disse um mototaxista.



Por falta de vagas, os carros são estacionados de qualquer forma, atrapalhando a passagem dos pedestres. ?É horrível. A gente fica disputando os espaços para caminhar. Os carros ficam nas calçadas todo o tempo", disse a dona de casa Salete Farias.

Os constantes assaltos a pedestres e a usuários de lojas que acontecem nas proximidades do Polo representam outro grande problema para a população. De acordo com um mototaxista, a situação requer cuidados e mais segurança. ?Do Bom Preço até o HGV é o fluxo maior de pessoas, eles(os assaltantes) botam para arrebentar. As crianças normalmente saem chorando quando são roubadas.?

O empresário Nicanor Jales a situação está insuportável. ?Aqui no polo de saúde está um absurdo. A cada dez dias a gente é assaltado na nossa empresa. Hoje teve gente que não veio trabalhar para ir ao psicólogo. Neste polo tem gente de todo o Nordeste e não temos nada de polícia. Os empresários ficam com medo de aparecer, mas eu resolvi botar a cara! A Teresina Hospitalar é uma referência! A gente no plantão para atender pessoas que vivem com diversos tipos de necessidades. Aqui só passa ambulâncias, não vemos uma viatura. Isso está insuportável?, apela Nicanor Jales.

Fonte: Denison Duarte