Começa palestra sobre Ciências sem Fronteiras em Teresina

A primeira palestra aconteceu na tarde da segunda- feira, no campus Torquato Neto, e buscou esclarecer e divulgar todas as informações

Começou segunda-feira (24) o ciclo de palestras em Teresina sobre o Programa Ciências sem Fronteiras voltado para estudantes e docentes da Universidade Estadual do Piauí.

A primeira palestra aconteceu na tarde da segunda- feira, no campus Torquato Neto, e buscou esclarecer e divulgar todas as informações pertinentes sobre o Programa.

A segunda palestra do campus Torquato Neto será nesta terça-feira (25) às 9h30, no auditório central.

O palestrante, Prof.Dr. Francisco das Chagas Alves de Lima, docente do curso de Química, afirmou que a Uespi é a instituição piauiense com menos adesões ao programa, com apenas 21 alunos intercambistas.

?Percebemos que faltava muita informação sobre o Ciências sem Fronteiras e por isso havia pouca adesão. Era uma falha na comunicação que a atual gestão está tentando reparar ao promover estas palestras em todos os campi do Estado?, disse o professor Francisco das Chagas de Lima.

Entre as dúvidas mais frequentes dos participantes, o professor destaca os detalhes sobre a cobertura dos custos de viagem e outros auxílios financeiros. Gastos com passagens, cursos, hospedagem, seguro-saúde e alimentação são de responsabilidade do Governo Federal.

?A outra grande dúvida que chega até nós é sobre o idioma. ?Eu não falo inglês, como será? ?. Esclarecemos que há também a preparação e a familiarização com idioma durante os seis meses que antecedem o ingresso na Universidade escolhida?.

O programa é voltado para alunos e também professores que desejam fazer doutorado ou pós nas áreas do conhecimento privilegiadas pelo Programa. De acordo com o professor Francisco das Chagas, a principal vantagem para estudantes e para a Uespi é o contato com pesquisas de ponta. ?A outra grande vantagem é a vivência internacional, o contato com grandes grupos de pesquisa e a oportunidade de estágio mais ampla em grandes empresas?, destacou.

O palestrante também ressaltou que o país ainda tem 91 mil oportunidades não preenchidas pelo programa e reforça a tarefa que as universidades têm de incentivar a ampla participação no programa.

A estudante de Biologia Alessandra da Rocha, que participou da primeira palestra no Campus Torquato Neto, explicou que a palestra foi o primeiro contato com informações completas sobre o Programa. ?Bem, o que eu já sabia é que provavelmente não teria outra oportunidade de estudar fora sem o Ciências sem Fronteiras?.

Fonte: Samira Ramalho