Corso 2013: Foliões lotam as lojas na última hora

As lojas que vendem e alugam fantasias constataram um aumento na procura

Durante toda essa sexta-feira, os foliões lotaram as lojas que vendem e alugam fantasias no centro de Teresina. Segundo os gerentes e vendedores, durante toda esta semana que antecedeu o corso a movimentação foi bastante intensa, mas a última sexta-feira surpreendeu.

?Nós tivemos que repor nosso estoque durante toda a semana, por várias vezes, para garantir que o folião conseguisse encontrar o que procurava. Este ano, a procura foi inclusive superior à registrada no ano passado. Nossa expectativa é que esse movimento se prolongue até o Carnaval?, disse a vendedora Claudeniza Reis.

A foliã Carol Vasconcelos conta que trocou de ideia sobre sua fantasia na última hora e teve que ir correndo às lojas para tentar compor seu look. ?O meu caminhão é de tema livre e cada um de nós pensou na sua fantasia de forma separada e me decidi na quinta-feira à noite. Fui às lojas na sexta-feira. Tive um pouco de trabalho para encontrar o que eu queria, mas consegui?, disse.

O Carnaval de 2013 promete ser lucrativo para os comerciantes teresinenses, já que com a chegada das festas de momo, os foliões saem em busca de adereços e acessórios que serão usados nos dias de folia.

Em Teresina, as já tradicionais prévias carnavalescas juntamente com o desfile de carros no Corso tem estimulado o comércio a investir em estoques variados de produtos como perucas, fantasias, confetes, sprays coloridos, muita serpentina entre outros produtos bastante procurados nesta época.

As lojas de roupas também se preparam para ter em estoque, e nas vitrines, as peças nas cores da prévia da vez, seja azul e branco, vermelho e branco ou preto e vermelho, tudo para agradar a clientela.

Na maioria das lojas de tecido, que também tem movimento garantido por conta da confecção das fantasias, a movimentação também já aumentou e a clientela tem se antecipado para não deixar de estar fantasiado na hora da folia.

As costureiras estão cheias de pedidos e algumas já nem estão mais aceitando encomendas, apenas finalizando a entrega e confecção do que já foi contratado. (P. C. e M.R.)

Fonte: Pollyana Carvalho e Marcilany Rodrigues