Inadimplência é maior dificuldade

Inadimplência é maior dificuldade

Administração alega:

O Shopping da Cidade conta com 1.915 boxes, 35 lanchonetes, sala de vídeo e para reuniões, uma loja ampla para supermercado, Correios, Cepisa, Agespisa e caixas eletrônicos. Além disso, conta ainda com quatro escadas rolantes, dois elevadores e cinco escadas de emergência. A área total construída é de 13.487,49m². Para que toda essa estrutura funcione, os permissionários dependendo do tamanho dos boxes pagam taxas referentes ao condomínio que variam de R$ 67,0 a R$ 124,0. Quem administra financeiramente e operacionalmente o Shopping da Cidade é o Instituto de Negócios do Piauí (INPI) e de acordo com o seu presidente, Luís Antônio Veloso, a inadimplência e os boxes fechados são, hoje, a principal dificuldade encontrada pela administração. “Sabemos que existem dificuldades, principalmente por conta de ainda não estarem concluídas todas as etapas de obras, como é o caso das passarelas, que irão incrementar o movimento nos pisos superiores, mas para que o Shopping funcione bem e da forma devida o pagamento da taxa de administração é necessário”, explica Luís Antônio Veloso que ainda explica, “as despesas para se manter aquela estrutura com todo apoio para os permissionários gera custos”.

Indagado sobre quando as obras das passarelas serão concluídas o presidente do Instituto de Negócios do Piauí explica que ainda não há datas definidas, mas que o prefeito Elmano Ferrer já tem conhecimento da necessidade de finalização do projeto e se comprometeu em agilizar essa conclusão. Em relação à quantidade de boxes fechados em todos os andares do Shopping da Cidade, Luís Antônio Veloso explica qual é o procedimento. “Nós do INPI ao verificarmos esses casos entramos em contato com o permissionário que é convocado a comparecer para explicar a situação, dentro de vários prazos e de acordo com os procedimentos legais”, explica. Se comprovado que o permissionário não está utilizando o espaço é feito uma nova convocação de acordo com a lista de espera que existe e foi feita com antecedência. “Cerca de 40 boxes que estavam fechados já foram reocupados, inclusive com por alguns daqueles ambulantes retirados do Pólo de Saúde. Essa é uma ação que é feita continuamente porque entendemos que para os permissionários o pior vizinho é aquele que fica de portas fechadas”, finaliza Luís Antônio Veloso. (M.R.)

Fonte: Mar­ci­la­ny Rod­ri­gues