Nascidos em outubro podem sacar o PIS

Cerca de 16,6 milhões de pessoas devem ter direito ao benefício

O abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) relativo ao exercício 2009/2010 começa a ser pago nesta quinta-feira (10) a quem nasceu em outubro e tem direito ao benefício. O abono, no valor de um salário mínimo (R$ 465), é concedido a todo trabalhador que tenha trabalhado com carteira assinada durante pelo menos 30 dias em 2008 e tenha recebido, em média, até dois salários mínimos.

É preciso estar cadastrado no PIS há, pelo menos, cinco anos. Para sacar o benefício, o trabalhador deverá se dirigir a uma agência da Caixa Econômica Federal e apresentar um comprovante de inscrição do PIS ou cartão do cidadão e carteira de identidade. Pasep Funcionários públicos com as mesmas características de renda têm direito ao abono do Pasep (Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público).

Todos os trabalhadores com direito a receber deste benefício já podem fazer o saque do dinheiro. Têm direito ao benefício do Pasep os funcionários que tenham trabalhado no mínimo 30 dias nomeados efetivamente em cargo público e estejam cadastrados no Pasep há pelo menos cinco anos. O funcionário deve procurar o Banco do Brasil para fazer o saque.

Alguns funcionários recebem o benefício do PIS ou Pasep diretamente em sua conta corrente, junto com o salário, devido a convênio do empregador com a Caixa ou Banco do Brasil. De acordo com o Ministério do Trabalho, estão previstos saques totais de R$ 7,7 bilhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para o pagamento do benefício a 16,6 milhões de trabalhadores neste exercício. Segundo o Ministério do Trabalho, os trabalhadores da região Sudeste são aqueles que receberão mais abonos, com cerca de 7 milhões de beneficiários identificados, seguidos pela região Nordeste (com 3,5 milhões de pessoas) e pela região Sul (3 milhões). No exercício 2008/2009, foram pagos R$ 6 bilhões a 14,8 milhões de trabalhadores. Porém, 667.461 abonos deixaram de ser sacados e voltaram aos cofres do FAT.

Fonte: g1, www.g1.com.br