Natal deste ano terá bebidas com preços até 15% mais altos; saiba

Entre os cinco itens da ceia natalina que terão maiores reajustes quatro são bebidas

O Natal deste ano terá bebidas até 15% mais caras para os consumidores. Segundo um levantamento da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) ? baseado nos preços cobrados pelos fabricantes ? entre os cinco itens da ceia natalina que terão maiores reajustes, em comparação com o ano passado, quatro são bebidas: cerveja, refrigerante, vinho nacional e espumante.


Natal deste ano terá bebidas com preços até 15% mais altos

O frango congelado do tipo chester, que completa a lista de itens, também está mais caro (15,2%), de acordo com a Abras. Segundo o presidente da Associação dos Supermercados do Rio de Janeiro (Asserj), Aylton Fornari, o aumento dos fabricantes para os varejistas já pode ser usado como termômetro para os preços que serão cobrados de consumidores.

? A previsão é que o aumento seja repassado nesse mesmo percentual, principalmente no caso da cerveja e do refrigerante. É uma época de consumo em alta, também por causa do verão ? explica Aylton Fornari.

O presidente da Asserj ressalta, ainda, que os produtos importados também deverão pesar mais no bolso do consumidor. A estimativa é que, de um modo geral, a ceia deste ano fique 10% mais cara do que a do ano passado.

O funcionário público Paulo Cesar Barbosa, de 27 anos, costuma deixar para fazer as compras na semana do Natal. Para ele, se o preço das bebidas aumentar, os gastos da família vão crescer bastante.

? Cerveja e refrigerante não podem faltar. Mesmo se estiverem caros, não dá para cortá-los ? diz Paulo Cesar.

Casal de namorados Júnior Araújo, de 23 anos, e Bárbara Abreu, de 24, também deixa para comprar na última hora:

? Tanto a minha família quanto a da minha namorada costumam comprar as comidas e bebidas de Natal na véspera mesmo. Às vezes, até deixam para completar a compra na manhã do dia de Natal, até o meio-dia, que é quando as lojas fecham ? conta Júnior.


Natal deste ano terá bebidas com preços até 15% mais altos

Fonte: Extra