Produção caseira de bombons de chocolate ajuda manter renda de famílias em Teresina

Os bombons revestidos de chocolate podem ter vários sabores como coco, brigadeiro, castanha...

F?ceis de fazer, os chocolates caseiros est?o garantindo o sustento de muitas pessoas que se dedicam ? fabrica??o das guloseimas. Em Teresina, universit?rias, donas-de-casas, e at? mesmo pessoas que trabalham fora produzem os bombons para vender. Os bombons revestidos de chocolate podem ter v?rios sabores como coco, brigadeiro, prest?gio, castanha, maracuj?, morango, cupua?u e tudo mais que a criatividade da artes? conseguir alcan?ar.

A professora M?rcia Silva come?ou a fabricar os bombons caseiros quando ainda estava desempregada, h? um ano. "No momento de dificuldade, foram os bombons que me ajudaram", afirma. No in?cio, ela vendia os produtos nas lan houses, escolas do bairro e na vizinhan?a, mas logo chegaram as encomendas. "Eu fa?o por encomendas. Mesmo trabalhando os dois turnos, se tiver uma encomenda, eu fa?o", diz.

Por ser um produto de grande aceita??o no mercado e com muita facilidade de ser produzido, muitas pessoas encontraram nos bombons a sa?da para uma renda extra. M?rcia Silva enfrenta, al?m da concorr?ncia das ruas, a disputa dentro de casa, j? que a irm? Marta Delgado Sousa tamb?m vende bombons para sustentar a fam?lia. Marta Delgado tamb?m come?ou a produzir bombons h? um ano, e hoje fabrica mais de 1000 unidades por m?s. Delgado vende em pontos para revenda, supermercados e lan houses do bairro e ainda recebe encomendas para festas de formatura, anivers?rios e casamentos.

"Onde eu vou eu levo meu dep?sito. Se estou na Igreja, ou no consult?rio m?dico, enquanto espero minha vez ofere?o ?s pessoas, dentro do ?nibus tamb?m, e assim vou vendendo", afirma.

Al?m da pr?pria venda, a filha leva os bombons para escola onde chega a vender cerca de 400 por m?s. "Tem dia que ela vende mais que eu", explica Delgado. No entanto as irm?s garantem que n?o h? brigas dentro de casa, pelo contr?rio, a rela??o das duas ? amistosa, e elas se ajudam mutuamente. "?s vezes eu invento um recheio e comento com ela, quando n?o tenho um sabor e ela tem, eu a chamo, n?o tem confus?o n?o, ? tudo tranq?ilo", afirma M?rcia Silva.

Fonte: Neiça Gomes, Jornal Meio Norte