Seis castelos europeus são mais baratos que imóveis em São Paulo

Seis castelos europeus são mais baratos que imóveis em São Paulo

se seus preços forem comparados com os praticados em imóveis de bairros luxuosos da capital paulista, eles podem sair até bem vantajosos.

Castelos são conhecidos por sua exuberância, história, exagero de cômodos espaçosos e, principalmente, por seus preços exorbitantes.Porém, se seus preços forem comparados com os praticados em imóveis de bairros luxuosos da capital paulista, eles podem sair até bem vantajosos.

Para se ter ideia, um castelo à venda em Aquitânia, na França, com 24 quartos, está R$ 35 milhões mais em conta que um apartamento de luxo no bairro Vila Nova Conceição, oferecido por nada menos que R$ 48 milhões.

Confira abaixo outros castelos mais baratos que apartamentos e casas nos bairros mais cobiçados de São Paulo, de acordo com os preços das imobiliárias divulgadas pelo site BuzzFeed e pela imobiliária brasileira Lello:

1. Castelo em Midi-Pirineus, na França

Preço: R$ 3,6 milhões (de acordo com a cotação do Banco Central da última quinta-feira)

O luxuoso castelo francês possui elevador, salão com lareira, duas cozinhas, seis quartos e até uma capela.

Apartamento no Tatuapé, São Paulo

Preço: R$ 4,5 milhões

O apartamento no bairro Vila Regente Feijó tem área útil de 355 metros quadrados, com três suítes, um banheiro de empregada, uma cozinha, sacada e garagem para cinco carros.

2. Chateau Blavou em Normandia, na França

Preço: R$ 5,17 milhões

O castelo tem 10 quartos, oito banheiros, adega, extansa sala de jantar, estufa e até casa de hóspedes.

Apartamento na Vila Mariana

Preço: R$ 9 milhões

O apartamento na zona Sul da cidade possui área útil de 400 metros quadrados, quatro suítes, dois quartos de empregada e garagem para cinco carros.

3. Castelo em Vienne, na França

Preço: R$ 5,8 milhões

O castelo do século 19 tem sete quartos, sete banheiros, celeiros, estábulos e pátio fechado e mais 8,6 mil metros quadrados de área útil.

Apartamento no Morumbi

Preço: R$ 6,6 milhões

Na região do Brooklin, o apartamento de área útil de 412 metros quadrados possui quatro suítes, um escritório, hall social, sala com lareira, sala de estar, quatro sacadas e um jardim particular.

4. Castelo em Touraine, na França

Preço: R$ 8,42 milhões

O castelo tem 12 quartos e seis banheiros, além de casa de hóspedes.

Casa no Morumbi

Preço: R$ 11 milhões

A casa de 980 metros quadrados tem quatro suítes, sala de almoço, sala de jantar, sala de estar, sala de TV, sala íntima, duas varandas e garagem para seis carros.

5. Château Mirwart em Valônia, na Bélgica

Preço: R$ 11,28 milhões

O exuberante castelo bélgico tem 45 quartos e 45 banheiros, além de seis salas de estar e grandes jardins.

Apartamento na Vila Nova Conceição

Preço: R$ 35 milhões

Situado no mais caro bairro de São Paulo, o apartamento de 1,06 mil metros quadrados tem cinco suítes, sala com lareira, sala de almoço, sala de estar e sala de jantar, dez vagas na garagem, um jardim particular e um closet.

6. Castelo em Aquitânia, na França

Preço: R$ 12,64 milhões

O luxuoso castelo estilo Napoleão III possui 24 quartos e 22.066 metros quadrados.

Apartamento na Vila Nova Conceição

Preço: R$ 48 milhões

Com área útil de 822 metros quadrados, o apartamento tem três sacadas, cinco closets, quatro suítes e dez vagas na garagem.

O preço justifica?

Pode parecer uma grande incoerência, mas a diretora da Lello, Roseli Hernandes, lembra que não é só o imóvel que deve ser levado em consideração para avaliar seu valor. Isso significa que, mesmo que castelos na Europa pareçam mais vantajosos, nem sempre eles realmente são.

?Leva-se em conta a localização, a infraestrura, o entorno do imóvel e o que ele oferece em relação ao conforto, segurança e qualidade de vida?, ressalta Roseli. ?Os castelos podem ser mais baratos que imóveis em São Paulo, mas normalmente, eles ficam afastados de centros urbanos, não possuem conforto nem segurança. Além disso, alguns são tombados e o consumidor sequer poderá mexer em suas instalações?, conta.

Fonte: InfoMoney, www.infomoney.com.br