Fim do mistério: alíenígena do Atacama que polemizou comunidade ufóloga tem origem revelada

O humanoide acabou sendo adquirido por um colecionador particular

Após dez anos de encontrado em uma cidade fantasma do Chile, um esqueleto minúsculo que tem aparência humana com aproximadamente 15 cm teve sua origem desvendada. Durante todo esse tempo, ele se tornou um assunto polêmico para ufólogos. O pequeno objeto, que assemelha a um ser extraterrestre, ficou conhecido como o Humanóide do Atacama, ou Ata. 

O humanoide acabou sendo adquirido por um colecionador particular e durante anos ficou fora de acesso aos cientistas. Entretanto, alguns anos depois, o dono do objeto o emprestou para que pesquisadores descobrissem a sua origem

Após uma década de dúvidas e muitas pesquisas, cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, encontraram a verdadeira origem do misterioso esqueleto

As principais diferenças do Ata com um ser humano comum é a quantidade de costelas e o formato da cabeça. O esqueleto contem apenas 10 costelas, ao invés de 12, e seu crânio é bastante deformado e afunilado

Apesar disso, após fazer o escaneamento total do DNA, os pesquisadores chegaram a conclusão de que o Humanoide de Atacama, além de não ser mais recente do que muitos acreditavam, ele é humano!

O mapeamento de DNA comprovou que a mãe do pequeno ser era oriunda da América do Sul, ou seja, nada de ser uma extraterrestre.

Os pesquisadores também colocaram a formação óssea do humanoide contra a parede. Após análises, descobriu-se que a sua estrutura era parecida com a de um menino de 6 ou 8 anos

Existem duas possíveis explicações para isso: a primeira é de que Ata tinha um caso grave de nanismo, mas conseguiu sobreviver até essa idade, ou então que ele tinha Progeria, a doença do envelhecimento, e morreu quando tinha acabado de nascer

Apesar de ainda existirem algumas dúvidas sobre o que causou a morte e porque o esqueleto é tão pequeno, já é possível afirmar com certeza que o Humanoide de Atacama não veio de outro planeta







Fonte: R7