FMS desenvolve projeto que previne uso de drogas pelos jovens no PI

Serão ofertados cursos e oficinas em 13 modalidades.

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) teve projeto aprovado pelo Ministério da Justiça e agora faz parte do Programa Viva Jovem, que tem por finalidade destinar recursos para ações de promoção da saúde e dos fatores de proteção contra o abuso de drogas e a violência contra adolescentes e jovens em situação de desvantagem social.

“Instituições de todo o país concorreram. E nós fomos selecionados para fazermos esse trabalho de promoção da saúde e prevenção do abuso de drogas e da violência em Teresina”, disse o presidente da FMS, Francisco Pádua.

Os recursos para implantação do projeto são provenientes do Fundo Nacional Antidrogas e já foram repassados ao município. “Vamos fechar um convênio com uma fundação que irá executar nosso projeto. Iremos ofertar cursos, oficinas e atividades culturais para mais de 300 crianças e jovens em vulnerabilidade social da zona Sul da capital”, explicou Mayra Viana, chefe de núcleo da Gerência de Atenção Psicossocial (GAP) da FMS.

Serão ofertados cursos e oficinas em 13 modalidades: dança contemporânea, badminton, capoeira, judô, tênis de mesa, violão, arte circense, ginástica rítmica, karatê, xadrez, vôlei, basquete e handball. Vila da Paz, Vila São José da Costa Rica, Vila Jerusalém, Parque Rodoviário e circunvizinhos serão os locais atendidos pelo Programa Viva Jovem, encabeçado pela FMS.

“Queremos promover o protagonismo dos adolescentes e jovens na produção e acesso a manifestações culturais e esportivas inseridas no contexto de seus territórios de vida, assim como criar espaços coletivos de convívio, articulação e solidariedade, promovendo cidadania e participação social”, falou Francisco Pádua.

O Programa Viva Jovem visa debater temas pertinentes ao universo dos jovens, particularmente daqueles em situação de vulnerabilidade social, como: o abuso de álcool e outras drogas, a violência contra a juventude, especialmente a juventude negra, o racismo e outras formas de estigmatização, a cidadania e os direitos humanos, a formação de redes de apoio e solidariedade social. Além de também mobilizar recursos pré-existentes e fazer articulação intersetorial, promovendo a sustentabilidade dos projetos e incorporando-os como políticas públicas.

Fonte: Assessoria