Gerência de Zoonoses volta a recolher animais das ruas de Teresina

A FMS pretende implantar também programas de controle.

A Gerência de Zoonoses (GEZOON), da Fundação Municipal de Saúde (FMS), voltou a realizar o serviço de recolhimento de animais errantes, ou seja, que ficam nas ruas da cidade causando algum tipo de transtorno à população.

“Estávamos realizando o recolhimento apenas dos animais com sintomatologia nervosa, com indícios de que possuíam algum tipo de doença transmissível ao ser humano. Afinal estávamos reformando e ampliando os locais onde colocaríamos esses animais. Agora a reforma foi concluída e voltamos ao nosso trabalho rotineiro de recolhimento, recebimento e eutanásia de animais”, explica a gerente da Gezoon, Oriana Bezerra.

Atualmente a Gerência de Zoonoses de Teresina coordena programas de controle da Dengue, Febre Amarela e Chikungunya; Leishmaniose Visceral; Animais Sinantrópicos; Roedores; Animais Peçonhentos; Raiva Canina; Raiva dos Herbívoros; Quirópteros e Animais Errantes. Além disso, oferece serviço de orientação clínica à comunidade, bem como realiza exames para o diagnóstico de Raiva, Leishmaniose e Entomologia. A FMS pretende implantar também programas de controle de natalidade de pequenos animais, Malária, Chagas e Esquitossomose.

“Temos um compromisso com a saúde pública em Teresina. Dessa forma, realizamos uma série de ações na Gerência de Zoonoses que não se resume apenas em recolhimento de cães e gatos com potencial de transmitir doenças à população. Temos ainda muitos desafios na Gerência, mas também temos muitos serviços prestados à comunidade. Prova disso é que desde 1989 não temos nenhum caso de raiva humana na capital", destaca Oriana Bezerra.

A FMS, por meio da Gerência de Zoonoses, desenvolve também  ações educativas em toda cidade para o controle e prevenção de doenças como a Dengue. "Mas ainda temos grandes metas, como a implantação de um programa de controle de natalidade de animais de pequeno porte e criar meios de responsabilizar o cidadão que abandona animais”, afirma Oriana Bezerra.


Fonte: Assessoria