Governador participa de II Simpósio de Doenças Cerebrovasculares

O evento leva aos participantes conferências, palestras e debates.

Na noite dessa sexta-feira (28), o governador Wellington Dias participou, no auditório do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), da abertura do II Simpósio Piauiense de Doenças Cerebrovasculares – AVC em foco. O evento leva aos participantes conferências, palestras e debates sobre a prevenção, tratamento e reabilitação do AVC.

O simpósio é voltado para estudantes de graduação, profissionais de saúde, educação ou áreas afins e servidores do Ceir, pacientes e/ou cuidadores. O evento integra a Semana Mundial de Combate ao AVC, realizada no Piauí desde 2010, em alusão ao Dia Mundial do AVC, comemorado em 29 de outubro. Uma semana de ações preventivas ao Acidente Vascular Cerebral, mais conhecido como derrame cerebral.


Para o governador, ações de divulgação e discussão do AVC no Piauí são cada vez mais necessárias. “Na medida que você tem uma vida desregrada, sem descanso e utiliza de substâncias prejudiciais, como o cigarro e álcool, acaba prejudicando a saúde e adquirindo doenças que podem levar a morte, como o AVC. Apoiamos a causa e é essencial a formação e capacitação de profissionais. São eventos como esse que colocam o estado na vanguarda na área da saúde, tanto preventiva quanto curativa”, pontuou.

Segundo a coordenadora da campanha, Mary Ângela Canuto, é importante que seja feito um trabalho árduo de prevenção. “O AVC é a doença que mais mata no Brasil e o nosso estado apresenta um número alto de óbitos por doença cerebrovascular. É importante alertar a população para que tomem precauções e com esse objetivo o projeto Pense Bem AVC sempre realiza ações que abordam os temas educação e saúde, fatores de risco e prevenção do derrame cerebral. 90% dos casos podem ser prevenidos”, atentou.

O estudante Ofir Santana cursa o 3º período de Técnico em Enfermagem e avalia as doenças cerebrovasculares como patologias que requerem estudo aprofundado. “O AVC é umas das patologias que tem mais acometido pessoas de várias idades, inclusive os jovens. Portanto, conhecimentos técnicos e orientações sobre como lidar em um caso de derrame cerebral é essencial para todo estudante e profissional da saúde”, disse.

Fonte: Ascom