Governo garante reajuste salarial aos servidores técnicos da Uespi

Governo se comprometeu a disponibilizar R$ 25 milhõeS.

O governador Wellington Dias sancionou, na quarta-feira (1), a lei nº 6.826, que altera o anexo II da lei 6.303, de 7 de janeiro, que dispõe sobre o Plano de Cargos, Carreiras e Salários dos servidores técnico-administrativos da Universidade Estadual do Piauí (Uespi). A nova lei, aprovada pelo Legislativo, tem como objetivo atualizar a tabela de vencimentos do grupo técnico-administrativo, de nível Fundamental, Médio e Superior. A aprovação do reajuste põe fim à greve, de mais de 40 dias, dos servidores da universidade.

O secretário de Estado do Governo, Merlong Solano, explicou que acompanhou a tramitação da mensagem nº 42, enviada pelo governador Wellington Dias à Assembleia Legislativa, alterando a lei 6.303/2013. “O aumento será concedido para três classes (I, II e III) e cinco padrões (de A à E). O nível fundamental inicia com R$ 880 (classe I Padrão A) e alcança R$ 1.046,67 (classe III Padrão E); já o nível médio começa com R$ 994,72 e chega a R$ 1.969,48 e o superior tem vencimentos de R$ 1.637,72 até R$ 3.732,49, que é na classe III e padrão E”, afirmou Solano. A lei tem efeitos financeiros a partir de 1 de junho de 2016, condicionados ao atendimento dos requisitos previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal.

Wellington Dias
Wellington Dias

Segundo informou o secretário, o governo está se esforçando para atender às reivindicações dos servidores da Uespi. Dentre as propostas apresentadas pelo Estado, está o pagamento da promoção e progressão dos docentes em uma única parcela, no mês de junho, e a criação de mais 200 bolsas de incentivo aos alunos e o pagamento das que estavam em atraso. “O governo já chegou a um entendimento com os técnicos-administrativos e está buscando o mesmo diálogo com os docentes a fim de encerrar a paralisação, que já dura mais de 40 dias”, ressaltou Merlong Solano.

A fim de chegar a um entendimento e atendendo às reivindicações dos grevistas, o Governo do Estado retirou os servidores e professores da Lei de Lotação e se comprometeu a disponibilizar R$ 25 milhões para reparos e reformas nos campi de acordo com a necessidade da comunidade acadêmica.

Fonte: Assessoria