Emocionante: cão permanece15 dias, sem comida, vigiando a sepultura de seu dono de 18 anos

Emocionante: cão permanece15 dias, sem comida, vigiando a sepultura de seu dono de 18 anos

Em ato de lealdade e amor o cão não abandonou o dono, de 18 anos, mesmo após sua morte.

Um cão leal na Índia se recusou a deixar a sepultura por duas semanas após a morte de seu proprietário adolescente. Em uma exibição extraordinária de lealdade, Tommy, o cão, ficou sem comida e água por 15 dias, enfrentando noites frias em Chennai, no sul da Índia.

Ele estava guardava o local de enterro de seu dono, Shri Bhaskar, de 18 anos, que havia morrido em um acidente de carro no dia 02 de agosto. O jovem era trabalhador da construção civil. Ele havia adotado o cão há 5 anos e os dois tornaram-se inseparáveis.

Após a notícia se espalhar, Dawn Williams, oficial de resgate de animais, que trabalha na Blue Cross, resolveu ir até a região alimentar o cão faminto.

“Eu vi, pela primeira vez, o cão sentado em um túmulo recente, durante a noite, quando eu passei por lá na primeira semana de agosto. Mas, em 13 de agosto, eu estava na região novamente em uma missão de resgate e o vi novamente. Ele estava sentado, exatamente no mesmo lugar, e na mesma posição. Parecia que não havia se mexido por semanas”, disse Williams comovido com a cena.

Williams ainda disse que viu nitidamente o cão derramando lágrimas quando ele começou a se aproximar dele.

"Eu podia ver que ele estava em uma condição perturbadora. Ele estava faminto e eu estou certo de que ele tinha lágrimas em seus olhos", disse ele.

Ele forneceu ao cachorro água e biscoitos, mas ele se recusava a sair do lugar: “Então, com meus companheiros, perguntei aos moradores locais se eles conheciam o cão. Muitos disseram que ele se chamava Tommy e que estava guardando o túmulo de seu dono”.


O socorrista conseguiu rastrear a mãe do jovem enterrado, Shrimati Sundari, que também trabalha na construção civil.

“Quando Tommy a viu, ele pulou em cima dela e começou a lamber descontroladamente e descansou a cabeça em seus pés. Era óbvio que ele sabia quem era ela”, disse Williams.


A mãe disse que o cão e o filho estavam sempre juntos, mesmo na hora de trabalhar na construção. Após o acidente de carro, Tommy havia desaparecido e ela pensou que ele tinha procurado outra casa.

“Ela disse que o levaria para casa de volta e o chamaria de amigo leal, sendo ele uma lembrança de seu filho”, comentou o socorrista.

Ele finalizou: “Foi muito triste vê-los caminhar juntos. Mas eu estava feliz. Tenho certeza de que Tommy vai ajudar Shrimati com sua dor. Os cães são surpreendentes em momentos de emoção".


 

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Fonte: Jornal Ciência