Imagem revela como ficou redação da revista Charlie Hebdo após ataque em Paris

Imagem revela como ficou redação da revista Charlie Hebdo após ataque em Paris

Todos os jornalistas da Charlie Hebdo esteriam no prédio no momento do ataque para participar de uma reunião editorial semanal

Uma imagem comovente, divulgada nesta quinta-feira pelo jornal francês Le Monde, mostra a proporção da violência utilizada por ao menos dois terroristas durante um ataque à redação da revista satírica francesa Charlie Hebdo nesta quarta-feira, em Paris. A foto revela o sangue das vítimas em meio a papéis jogados no chão.

O atentado, classificado como ‘terrorista’ pelo presidente do país François Hollande, deixou doze pessoas mortas, além de uma dezena de feridos. Segundo foi revelado, todos os jornalistas da Charlie Hebdo esteriam no prédio no momento do ataque para participar de uma reunião editorial semanal.

Dois homens armados com AK-47 e foguetes entraram no prédio da redação nesta quarta-feira e mataram sete funcionários da revista, um empregado da manutenção do prédio, além de dois policiais. Mascarados e vestidos de preto, os dois atiraram à queima-roupa nas vítimas.

Segundo informou a imprensa internacional, antes de atirar nas vítimas, os terroristas pediam para que se identificassem. Testemunhas disseram que os terroristas também gritavam “o Profeta está sendo vingado”.

O atentado teria sido estimulado pela publicação de charges em que o profeta Maomé estaria retratado. Em 2012, a redação já havia sofrido outro ataque, com um incêndio criminoso.

Charb, uma das vítimas fatais e editor-chefe da Charlie desde 2009, já teria recebido diversas ameaças anteriores e estaria sob proteção policial.

O governo francês declarou luto nacional nesta quinta-feira. A polícia busca os dois principais suspeitos pelo atentado, os irmãos Cherif e Said Kouachi, que foram vistos por um funcionário de um posto de gasolina no nordeste da França hoje pela manhã.

Um terceiro suspeito, Hamyd Mourad, 18 anos, teria se entregado na madrugada desta quinta-feira e alegou inocência.

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Fonte: TERRA