Menina de 13 anos morre após simular enforcamento para assustar namorado

Menina de 13 anos morre após simular enforcamento para assustar namorado

A estudante Ana Caroline da Silva Vieira, de 13 anos, morreu no fim da noite desta sexta-feira (26). De acordo com familiares, a jovem teria se enforcado com uma corda usada para amarrar uma rede de embalo, na residência onde morava com a família, no bairro Santa Etelvina, Zona Norte de Manaus.  

A irmã da vítima, a também estudante Ana Ruth Silva, de 26 anos, disse que Ana Caroline estaria brincando quando acabou asfixiada. Ela chegou a receber socorro, mas morreu a caminho do hospital. Familiares acreditam que ela queria assustar o namorado simulando que estaria enforcada.

Ana Ruth contou que seu pai teria pedido para ela guardar a rede que estava amarrada pela corda na sala da casa. A irmã teria se oferecido e foi retirar a rede. Neste momento o namorado da vítima teria chegado ao local. A adolescente teria começado a brincar com a corda simulando um enforcamento. "O namoradinho dela, que estava com uma amiga, ainda pediu para ela parar com a brincadeira", revelou Ana Ruth. Segundo a irmã, o namorado da adolescente e os sobrinhos da menina saíram para comprar salgados em um estabelecimento próximo à residência e Ana Caroline teria continuado na sala onde estava a rede. Os outros familiares estariam em outros cômodos da casa.

De acordo com Ana Ruth, após alguns minutos, o namorado da vítima e as duas crianças retornaram, encontrando Ana Caroline pendurada com a corda no pescoço. "Acho que o sofá escorregou e ela não conseguiu tirar a corda do pescoço. Meu pai tentou reanimá-la, mas ela deu um último suspiro e morreu. Ela ainda foi levada para o SPA da Galileia, mas já chegou morta", disse.

Familiares não acreditam que a adolescente tenha se enforcado de forma proposital. A irmã contou ainda que os pais estão muito abalados. O laudo preliminar do Instituto Médico Legal (IML) aponta asfixia mecânica como causa da morte. A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) deve investigar o caso.

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Fonte: G1