Museu de Corrente é revitalizado e aberto à visitação do público

O trabalho foi realizado em duas fases.

A Universidade Estadual do Piauí – UESPI, presenteou a cidade de Corrente com a revitalização do primeiro e único museu da cidade, sediado nas instalações do Campus da insitutição no município. A proposta vinha sendo debatida desde o mês de maio pela universidade, com intermédio do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica- PARFOR.

Com o apoio do diretor e do professor de História do Campus, Salomão Mascarenhas e Edilson Nogueira (doador do acervo), além da Fundação Cultural do Piauí – FUNDAC, a demanda foi atendida e o Museu, inaugurado em 20 de janeiro de 1999, passou a ser oficialmente aberto à visitação do público. O projeto de revitalização foi conduzido por duas técnicas em museologia do Museu do Piauí, coordenadas pela museóloga da Fundação Cultural do Piauí, Marília Colnago.

O trabalho foi realizado em duas fases. A primeira ocorreu em maio, período em que UESPI e FUNDAC firmaram acordo para execução do projeto. Na ocasião, a equipe ficou durante três dias no Campus Jesualdo Cavalcante, em Corrente, analisando o espaço, conhecendo as peças e colhendo dados para que fosse dado início a produção do inventário, que trata da identificação, individualização e documentação dos bens culturais.

A segunda, concluída na última semana, foi destinada a organização do espaço, mobiliário para a colocação das peças, treinamento de funcionários da própria IES para o cuidado com as peças e manutenção das salas que alocam o acervos. Os serviços foram finalizados com a conclusão do inventário.

Na última segunda-feira (20) o Museu foi reaberto para a visitação do público, tornando-se, de fato, bem mais que um ponto turístico da cidade localizada a 864 Km da capital, Teresina, e conhecida por suas belezas naturais, como atesta o professor Raimundo Dutra, Coordenador Geral do PARFOR/UESPI.

“O Museu faz parte do roteiro turístico do município agora e isso proporciona uma maior interação da universidade com a comunidade. A medida que a comunidade visita o espaço, ela interage com alunos, professores, e assim o museu também se torna um espaço de conhecimentos e de contatos”, destacou Dutra.

Fonte: Com informações da Uespi