Indicadores de criminalidade caem no Piauí, aponta Secretaria

Os números também apontam queda nos índices de roubos.

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Todos os indicadores de criminalidade apresentaram queda no Piauí nos três primeiros meses de 2017, de acordo com balanço realizado pela Secretaria Estadual de Segurança Pública. A taxa de crimes violentos letais intencionais (homicídios dolosos, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e feminicídio) caiu 19,68% ao passar de 188 de janeiro a março de 2016 para 151 no mesmo período desse ano. Considerando apenas Teresina a redução desses crimes foi de 26,47% e no interior do Estado o decréscimo ficou em 11,63%.

Os números também apontam queda nos índices de roubos na capital piauiense. No primeiro trimestre do ano passado foram contabilizadas 5.074 ocorrências contra 4.607 casos em 2017, significando uma redução de 9,20%.

Os roubos de veículos tem Teresina registraram um bom índice de queda. Foram 510 casos no primeiro trimestre de 2017, 24,89% a menos do que no mesmo período de 2016, quando foram registradas 679 ocorrências.

“Para nós é um resultado positivo já que com a redução dos índices de violência estamos na contramão da maior parte dos estados do Nordeste. Em estados como Sergipe, Rio Grande do Norte e Pernambuco, por exemplo, as taxas de criminalidade registram aumento. Sabemos que ainda há muito a ser feito, mas nosso esforço é concentrado para garantir maior tranquilidade à população piauiense”, avalia o secretário estadual de Segurança Pública, Fábio Abreu.

De acordo com o secretário é possível fazer comparações. “É inevitável que a gente faça uma comparação porque nós estamos no contexto de um país que há vários destaques para problemas relacionados a outros pontos mas a violência é sempre destacada, você faz uma comparação dessas com com o Rio Grande do Norte, por exemplo, que teve mais de 1700 pessoas assassinadas nos três primeiros meses, tanto que o próprio secretário está entregando o cargo em função dessa questão. A segurança pública não é só responsabilidade do Estado, nós precisamos de um recurso, ter como garantia para que eu consiga fazer uma gestão”, disse.



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