População comparece em peso à programação religiosa em Teresina

Nesse sábado de Páscoa, a atividade principal é a celebração solene da Vigília Pascal

A Arquidiocese de Teresina preparou uma programação especial para o período de Páscoa e a população teresinense tem respondido bem às missas e procissões, que estão bastante concorridas e apresentam número recorde de fiéis. Durante hoje e amanhã, a diocese segue um cronograma preparado especialmente para o período, que inclui vigílias, romarias e missas especiais.

Nesse sábado de Páscoa, a atividade principal é a celebração solene da Vigília Pascal. Uma grande fogueira é acesa na entrada das igrejas e a vela do círio pascal é acesa na frente dos fiéis. O círio é o maior símbolo da Páscoa e representa a ressurreição de Jesus. ?A data é conhecida como sábado do silêncio, logo, a igreja recomenda o sábado como um momento de reclusão, repouso e reflexão?, explica o padre Lauro de Deus.

É recomendado levar velas para a Vigília Pascal. Na ocasião haverá a bênção do fogo, do círio e a renovação das promessas do batismo. A cerimôinia acontecerá a partir das 19 horas, na Catedral Nossa Senhora das Dores, e será presidida por Dom Jacinto Brito, Arcebispo de Teresina.

No Domingo de Páscoa ocorre a Missa da Ressurreição do Senhor, a celebração acontece em todas as igrejas da capital. Na Catedral de Nossa Senhora das Dores, localizada na Praça Saraiva, a missa acontece em dois momentos: às 07:30 da manhã e às 18 horas. O momento religioso também será celebrado pelo Arcebispo Dom Jacinto Brito. Nas demais igrejas da cidade, a missa acontece no horário tradicional de cada paróquia.

O padre Lauro de Deus conta que as comemorações deste ano superaram todas as expectativas e está surpreso com o comparecimento da população. Ele explica que as celebrações estão bastante concorridas e atribui o fenômeno à nomeação do novo Papa, que é bastante popular. ?O Papa Francisco é visto com bons olhos pela população, até pelos evangélicos. A humildade dele toca os corações dos fiéis?, pontua.

Fonte: Olegário Borges