PRF registra sete mortes e 710 multas durante feriado da Proclamação

Durante os quatro dias de operação, a PRF aplicou 710 multas por infração ao Código de Trânsito Brasileiro.

A Operação Proclamação da República,que teve início 0h de quarta-feira (14) e se estendeu até à 24h de domingo (18), registrou 36 acidentes e sete mortes, nas estadas federais que cortam o Piauí. Além disso, durante os quatro dias de operação, a PRF aplicou 710 multas por infração ao Código de Trânsito Brasileiro.

Para análise comparativa, a polícia usou a Operação Corpus Christi deste ano, que apresenta semelhança em relação ao período de realização, quando o feriado também aconteceu em uma quinta-feira.

Naquela operação registrou-se 53 acidentes, 32 feridos e 06 mortes. Os números de acidentes do feriado da Proclamação da República foram menores, mas o número de mortes foi superior.

?Esses números não são favoráveis, já que registramos uma morte a mais neste período de agora em relação ao feriado de Corpus Christi. Nós consideramos o feriado da Proclamação da República violento, em relação aos acidentes de trânsito, pois foram flagradas várias características de posturas inadequadas ao código de trânsito, como o número de acidentes do tipo colisão traseira?, disse o chefe do Núcleo de Comunicação da PRF, inspetor Raimundo Rameiro.

Dados da PRF mostram que durante o período considerado, 24 motoristas foram flagradas dirigindo sob efeito de bebida alcoólica. Destes, cinco condutores foram presos e encaminhado às Delegacias de Polícia para responsabilização pelo crime de embriaguez ao volante, que prevê pena de reclusão de seis meses a três anos. As prisões foram em Picos, Parnaíba e Teresina.

A fiscalização do excesso de velocidade, efetuada com equipamento radar, permitiu o flagrante de 515 veículos, que eram dirigidos em velocidade acima da permitida pelo Código de Trânsito Brasileiro. Esta legislação prevê multas que variam de R$ 85,00 a R$ 540,00. O valor é definido em função do excesso verificado sobre o limite estabelecido para a via.

Fonte: Pollyana Carvalho