Profissionais discutiram em mini curso sobre a Rede Cegonha

Alzenir Moura Fé explicou a finalidade das politicas de operacionalização

Com intuito de discutir e apresentar as diretrizes do Programa Social Federal do Ministério da Saúde, o Conselho Regional de Enfermagem do Piauí realizou nesta sexta-feira, 26, o mini curso sobre a Rede Cegonha e as Portarias do Ministério da Saúde. O atendimento humanizado à mulher gestante e ao recém-nascido e a implantação da Rede Cegonha na Maternidade Evangelina Rosa foram algumas pontos destacados pelas conferencistas Alzenir Moura Fé e Simone Santos.


Profissionais discutiram em mini curso sobre a Rede Cegonha

A enfermeira obstétrica e preceptora da residência em obstetrícia na Maternidade Evangelina Rosa, Simone Santos explica que é importante que todos conheçam as diretrizes e objetivo do programa federal que está sendo implantado aos poucos no hospital. ?Cursos de qualificação são fundamentais para os profissionais de enfermagem reavaliarem o comportamento profissional. Conversamos a respeito da forma que atualmente as maternidades recebem as gestantes e destacamos com norteador para uma assistência qualificada as novas medidas de planejamento no atendimento humanizado que devem ser oferecidos as mulheres gestantes?, destaca.

O Programa Social Federal tem como estratégia consiste um modelo de atenção ao parto e nascimento de forma delineada e segura, por isso, a participação em especializações dos profissionais de enfermagem garante uma assistência qualificada aos pacientes. A partir disto, a gerente de saúde da mulher da Secretaria Estadual de Saúde, Alzenir Moura Fé explicou a finalidade das politicas de operacionalização e as diretrizes da Rede Cegonha.

A técnica de enfermagem e participante do mini curso, Maura Leite, ressaltou que a rede cegonha ainda está sendo implantada na maternidade, porém ela deve acontecer incialmente na raiz da rede de saúde, que é no Programa de Saúde da Família. ?Com isso, a mulher gestante será orientada e conduzida de forma apropriada para o dia em que for ter o bebê. Pois às vezes, muitas delas chegam no dia do parto sem saber que tem direito a acompanhante e a até mesmo os sintomas do trabalho de parto?, pontua.

Fonte: Assessoria