Relembre artistas que tiveram apenas um sucesso nas rádios e saíram de cena no País

Abaixo, você pode lembrar daqueles que arrasaram aqui no Brasil e que, hoje, ninguém tem ideia por onde andam

Dizem que o maior desafio de um cantor é conseguir o primeiro sucesso. Mas, em alguns casos, o mais difícil é emplacar um segundo hit. Quando isso não acontece, o artista, o grupo ou a dupla entram na lista daqueles que explodiram e, como mágica, desapareceram das rádios e das pratelerias das lojas.

Os One Hit Wonder (algo como Maravilhas de Um sucesso), como são chamados nos Estados Unidos, são mais comuns do que se pode imaginar. No exterior, a lista é longa, como você verá na nossa seleção de artistas que estouraram lá fora com apenas um hit.

Abaixo, você pode lembrar daqueles que arrasaram aqui no Brasil e que, hoje, ninguém tem ideia por onde andam.

1-Lá Vem o Negão, Grupo Cravo e Canela

O grupo paulista surgiu nos anos 80 e penou até que, em 1994, virou sensação com o samba Lá Vem o Negão. Lembra do refrão? "Lá vem o negão, cheio de paixão, te catar, te catar, te catar...". Eles tentaram repetir a dose com Coisa Boa Demais, mas o público não achou essa coisa tão boa assim.

2-Feira de Acari, MC Batata

Um dos pioneiros do funk carioca, MC Batata estourou em 1990 com esse divertido rap/funk, que falava sobre a feira no Rio onde você pode comprar de tudo, lícito ou não. Ele participou de novela global, na época. Mas sumiu rapidinho, voltando ao velho e bom anonimato.

3- Palpite, Vanessa Rangel

A cantora e compositora de Niterói (RJ) fez sucesso em 1998 graças à essa canção, tema da novela Por Amor. Com estilo próximo ao de Marisa Monte, que andava sumida na época, Vanessa virou presença frequente nos programas de TV, na época. Seu segundo CD, lançado em 2000, passou batido, assim como tudo o que gravou desde então.

4-Bagulho no Bumba, Virgulóides

Com esse samba rock pesado e divertido, o grupo paulista teve os seus 15 minutos de fama lá pelos idos de 1996/1997. Houve quem pensasse que eles seriam os novos Mamonas Assassinas. Eles tentaram um novo sucesso: Chevette Velho. Não tocou nem na casa deles.

5-Quantas Lágrimas, Cristina Buarque

O samba de Manacéia tocou muito nas rádios na gravação de Cristina Buarque, em 1974, e fez com que a irmã de Chico Buarque ficasse famosa. Mas foi só isso. Bem-humorada, ela até gravou bons discos, mas sempre que vai apresentar Quantas Lágrimas em seus shows, a classifica como seu único sucesso.

6-Fuscão Preto, Almir Rogério

O até então obscuro cantor romântico Almir Rogério virou um fenômeno inesperado de popularidade ao regravar essa música, que ninguém conhecia fora do meio sertanejo. O estouro, em 1982/83, foi tão grande que a música tocou até mesmo em rádios FM, e até hoje é campeã nos karaokês da vida. Rogério, no entanto, sumiu, tal qual seu fuscão.

7-Menina da Ladeira, João Só

O cantor, compositor e violonista piauiense viu seu primeiro compacto simples tornar-se um dos mais populares do ano de 1971. Mas, infelizmente, seu sobrenome artístico se mostrou profético. Ele até tentou, mas não foi possível, e foi desta para a melhor em 1992, sendo eternamente lembrado como o João de um sucesso só.

8- Tô Nem Aí, Luka

Em 2003, a cantora e compositora carioca de 24 anos invadiu as rádios com essa canção despretenciosa e dançante, que foi tema do seriado global Malhação. Desde então, são seis anos tentando se dar bem de novo. Só que o sucesso responde à moça: tô nem aí, tô nem aí com você.

9-Xibom Bombom, As Meninas

Quando a axé music ainda vivia o seu auge, este grupo baiano composto só por garotas se deu bem em 1999/2000 com a música dançante. Deu super certo, mas ficou por aí. Como de praxe, elas tentaram novos sucessos, mas o de baixo desceu de vez.

10-Que Rei Sou Eu?, Luni

Em 1988/89, o grupo Luni era um dos mais badalados do cenário rock paulistano. A hoje famosa atriz Marisa Orth fazia parte da turma. Que Rei Sou Eu? foi tema principal de novela global de mesmo nome, e deu uma boa repercussão a eles. Mas os grandes sucessos que a banda prometia lançar se resumiram a esse aí.

Fonte: R7, www.r7.com