Teresina tem um déficit de dois mil táxis; Atualmente a frota é de 1.556

Para procurar soluções para o problema, a vereadora Graça Amorim visitou esta semana a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) para solicitar a realização de uma licitação.

Quem precisa pegar táxi em Teresina, sobretudo nos finais de semana,sofre com a morosidade do serviço. Telefones ocupados, esperas de até uma hora entre a solicitação e a chegada do veículo são só alguns dos problemas enfrentados pelo teresinense. Nos bairros mais distantes, o problema se agrava.

Para procurar soluções para o problema, a vereadora Graça Amorim visitou esta semana a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) para solicitar a realização de uma licitação. “É necessária a realização de uma licitação urgente porque, enquanto faltam táxis na cidade, sobram reclamações da população. O serviço é uma concessão da Prefeitura e nunca foi licitado”, disse.

Segundo o presidente do Sindicato dos Taxistas de Teresina, Antônio Barbosa, o déficit de táxis na capital hoje chega a dois mil profissionais. Hoje, Teresina tem 1.556 taxistas com alvará,que lhes permite trafegar pela cidade O problema se agrava, de acordo com Antônio Barbosa, com o fato de cerca de 30% dos táxis que deveriam estar nas ruas, atendendo à população, estarem dentro de garagens e sendo usados como carro particular.

“Muita gente tem o alvará que lhe dá direito a ter um táxi e usa isso apenas para ter as vantagens na hora de comprar um carro,pois nós sabemos que os taxistas têm uma série de benefícios na hora de adquirir um veículo, como o pagamento de impostos mais baratos”, denunciou.

A atual frota, de 1.556 táxis, que tem alvará renovado anualmente em Teresina, não é atualizada há mais de dez anos, segundo informou o superintendente da Strans, Ricardo Freitas. Ele informou ainda que a legislação que regulamenta esse serviço na cidade é do ano de 1985 e encontra-se desatualizada.


Vereadora Graça Amorim esteve na STRANS cobrando a licitação do serviço

Fonte: Maria Carcará