UFPI quer ampliar número de alunos em 22% até 2019

UFPI quer ampliar número de alunos em 22% até 2019

A Instituição sintetiza neste Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) todas as suas diretrizes e proposições políticas para o período de 2015-2019. Uma das principais metas é expandir o número de alunos matriculados até 2019.

Durante a programação do seminário pró-reitores, diretores de centros, chefes de departamentos, expuseram suas demandas, propostas e metas a serem alcançadas.

Iniciando as palestras, a coordenadora de currículo, professora Mirtes Carvalho, destacou que a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PREG) tem como principais metas “a elevação de 22% do número de alunos matriculados até 2019 em cursos de graduação presencial e a distância ampliando a oferta de vagas através de 30 novos curso de graduação; e a elevação da qualidade dos cursos de graduação, chegando ao IGC 4, com redução da taxa de evasão em 15% e aumento da taxa de sucesso na mesma proporção”, pontuou.

O reitor da UFPI destacou que além de ser uma obrigação da universidade elaborar o Plano, pois há uma determinação do MEC, o PDI é um documento que vai servir de base para as ações a serem implementadas durante os próximos anos.

“É planejando que conseguimos realizar com eficiência. O PDI é um plano que não deve sair do gabinete, mas de uma discussão que envolva toda a comunidade acadêmica. Temos ainda três meses para fechar essa discussão e iremos concluí-lo até dezembro”, afirmou.

Este é o terceiro PDI trabalhado pela UFPI. De acordo com a presidente da Comissão de Elaboração do PDI, Maria do Carmo de Souza Batista, “o Plano de Desenvolvimento Institucional a partir da edição da Lei do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) é um documento oficial através do qual todas as Instituições planejam o desenvolvimento de suas metas e as estratégias para cumpri-las em determinado período, normalmente um quinquênio.

É, portanto, um documento de suma importância que precisa ser trabalhado e formatado a várias mãos, ou seja, precisa de uma construção coletiva no sentido de que ele contemple as demandas de toda a comunidade universitária, em todas as áreas de atuação da universidade”, declarou.

Fonte: Jornal Meio Norte