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PI:Reabertura gradual evitou crescimento da taxa de contágio da Covid

Os dados do Inquérito Soroepidemiológico foram realizados pelo Instituto Piauiense de Opinião Pública (Amostragem), por encomenda da Secretaria de Saúde do Piauí

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A retomada gradual das atividades econômicas, feita de forma organizada por meio programa Pacto de Retomada Organizada das Atividades Econômicas – o Pro Piauí, permitiu que a taxa de transmissibilidade do novo coronavírus caísse pela segunda vez consecutiva. Segundo o Inquérito Soroepidemiológico realizado entre 15 e 18 de julho, a taxa caiu de 0,87 para 0,74, o menor já registrado no Piauí. No levantamento anterior, já havia caído de 1,8 para 0,87 no período de 27 a 30 de junho.

A taxa de transmissibilidade, também conhecida como taxa de reprodução ou taxa R0 (zero) é usada para saber como está o índice de transmissão da doença. A taxa de 1,8, por exemplo, significa que uma pessoa transmite o coronavírus para 1,8 pessoas, ou 10 pessoas transmitem para outras 18. Logo, a taxa de 0,74, a mais recente, significa que uma pessoa transmite para 0,74, ou seja, menos de uma pessoa. Ou, ainda que dez pessoas transmitem para outros 7,4 pessoas. Na prática, significa que, até o momento, a doença está sob controle no Piauí.

Os dados do Inquérito Soroepidemiológico foram realizados pelo Instituto Piauiense de Opinião Pública (Amostragem), por encomenda da Secretaria de Saúde do Piauí.

Wellington Dias destaca resultados positivos

O governador Wellington Dias diz que o resultado é muito, visto que o Piauí entra na quarta semana de reabertura das atividades econômicas, após mais de três meses de quarentena. “Essa queda consecutiva da taxa é um exemplo claro que o ProPiauí está fazendo tudo certo, reabrindo os setores de acordo com o risco de contaminação, de forma gradual, organizada, ouvindo os técnicos da saúde”, afirma o governador.

O resultado chama ainda mais atenção quando se observa que, em outros estados e cidades brasileiras, o número de casos da Covid-19 ou taxa de reprodução voltou a crescer após a reabertura das atividades econômicas. Isso acabou obrigando os gestores a voltar atrás, causando transtornos.

A Prefeitura de Florianópolis, que já havia realizado reabertura de setores, anunciou novas restrições no dia 22 de junho, com fechamento de shoppings, centros comerciais, academias e até das praias.

Além disso, o número de casos de covid-19 subiu em ao menos 12 capitais brasileiras que deram início ao processo de retomada das atividades econômicas. Segundo o Estadão, após o retorno de atividades não essenciais, houve aumento da média de infectados por dia em São Paulo, Belo Horizonte e Vitória.

Em São Paulo, cujo plano de reabertura gradual foi implementado pelo governador João Doria (PSDB) no início de junho, o número de casos diários subiu 15%, variação que não levou ao aumento das internações.

Já em Brasília, onde o governador Ibaneis Rocha (MDB) reabriu o comércio no fim de maio, os casos quintuplicaram ao longo do mês passado.

Em Brasília, quando o comércio foi reaberto havia 300 casos diários. Um mês depois, a média está em 1,5 mil novos diagnósticos a cada 24 horas.

Outro episódio emblemático é o de Belo Horizonte, mas lá o prefeito Alexandre Kalil (PSD) optou por abrir mão da flexibilização e voltou a permitir apenas serviços essenciais.

O recuo aconteceu após o número de casos diários saltar de 30, com isolamento social, para 150 com a reabertura em maio de shoppings populares, atividades varejistas e salões de beleza.

Recuo também foi adotado em Porto Alegre, onde os casos dispararam um mês depois da liberação de diversos estabelecimentos, de comércios a igrejas. Lá, a média, que era de cinco casos, hoje está em mais de cem novos por dia. Em um mês, o índice de internações em UTI cresceu 227% e atingiu o recorde de 141 pessoas internadas no início da semana passada.

Além da retomada de forma correta, o uso de máscaras, o distanciamento social, higienização das mãos, o aumento da testagem e o Programa Busca Ativa são fatores preponderantes para essa diminuição e auxiliam no controle da pandemia no estado.

Retomada

A retomada das atividades começou no dia 6 de julho, quando os setores de construção civil (e sua cadeia), indústria e saúde retomaram com limitações de dias e horários, além de pessoal reduzido. Na semana seguinte, foi o setor automotivo. Na semana iniciada dia 20, setores químicos. E semana, comércio de móveis e eletrodomésticos.
A processo de reabertura vai até o final de setembro.



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