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Taxa de transmissibilidade da Covid-19 volta a crescer em Teresina

Prefeitura da capital apresentou a décima sétima rodada da pesquisa sorológica nesta quarta-feira, 12 de agosto.

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Em videoconferência no final da manhã desta quarta-feira, 12 de agosto, o prefeito Firmino Filho apresentou os resultados da 17ª rodada da pesquisa sorológica, feita entre os dias 07 e 09 de agosto em  todas as zonas de Teresina. O levantamento evidencia que 20% da população já foi infectada pelo novo coronavírus, o que representa 172.969 positivados. 

O estudo ainda revela que o índice de infectados recentes (ou seja, que tiveram contato com o vírus em menos de 14  dias) subiu 4%, saindo de 10.551 para 11.502; o indicativo porém, está dentro da margem de erro. Com o aumento na testagem nos últimos dias, outra informação relevante diz respeito à queda na subnotificação da doença na capital piauiense.

Taxa de transmissibilidade da Covid volta a crescer em Teresina


“Mostram uma tendência que a quantidade de pessoas positivadas não registradas tem diminuído. Ou seja, a cada notificação, há outros nove casos não notificados. Se dermos uma olhada na evolução da doença, o patamar alto girando em torno de 200 mil, nas últimas quatro pesquisas tem tido um comportamento negativo, a curva está achatada, como se tivesse atingido um platô, podemos dizer com segurança que nas últimas cinco semanas atingimos um platô”, afirmou.

O prefeito reafirmou que a maioria dos positivados são casos antigos, o que serve como barreira para o avanço da doença. Firmino Filho revela que a retomada econômica não fez com que a Covid-19 evoluísse, mas pode ter impedido uma queda mais acentuada.

“Nessa última semana teve um pequeno acréscimo, mas tá dentro da margem de erro, e não podemos falar de uma tendência de alta. Não existe uma tendência a queda, mas não existe uma tendência de evolução, está numa faixa estacionária”, frisou.

CONFIRA O RESULTADO NA ÍNTEGRA

A pesquisa sorológica também indicou para um aumento na taxa de transmissibilidade (denominada de R0), ficando um pouco acima de 1. Na etapa passada a taxa era de 0,85; nesta subiu para 1,09. “No R0 percebemos que retorna um pouco acima de 1, como não estamos trabalhando com números exatos, mas sim uma estimativa, ele é compatível com uma perspectiva estacionária, Reforça a tese que a reabertura não tenha contribuído para o crescimento da doença, evitou uma queda mais rápida”, destacou.


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