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Harry e Meghan vão devolver R$ 13 milhões e deixar ‘bolsa-realeza’

Rainha parece discordar de saída "progressiva" anunciada pelo neto e por sua mulher, mas casal não deve ter dificuldades para obter a almejada "independência financeira"; veja números

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Devolver 2,4 milhões de libras (R$ 13 milhões), abrir mão de cerca de 5% da renda e passar a pagar aluguel: esses serão os efeitos financeiros imediatos da decisão do príncipe Harry e de sua mulher, Meghan Markle, de se afastar da condição de “membros-sêniores” da família real britânica.

É que apesar de o casal ter manifestado, no início do mês, a intenção de criar um “novo papel progressivamente” dentro da instituição, essa solução intermediária parece não ter sido aceita pela rainha Elizabeth, avó de Harry.

Em comunicado à imprensa neste domingo, cinco dias após uma reunião de família para debater o anúncio do casal, o Palácio de Buckingham, sede da realeza, informou que:

1) O príncipe e sua mulher continuarão tendo seus títulos reais de Duque e Duquesa de Sussex, mas não vão mais usá-los. Também não vão mais receber recursos públicos; segundo o próprio príncipe Harry, sua fatia nessa “bolsa-rainha” respondia por 5% de sua renda;

2) O casal não representa mais oficialmente a rainha;

3) Eles vão ressarcir 2,4 milhões de libras (R$ 13 milhões) aos cofres públicos – o valor da reforma do castelo de Frogmore Cottage, que continuará sendo a casa deles na Inglaterra;

4) Ambos vão pagar um “aluguel comercial” pelo uso do castelo.

Embora o comunicado oficial também traga acenos e elogios a Harry e Meghan, a resposta do palácio de Buckingham foi vista por analistas britânicos como uma espécie de “ou tudo, ou nada” da rainha, já que as propostas do casal de uma saída gradual foram trocadas por mudanças imediatas.

Sem financiamento, mas com ‘independência’

O governo britânico paga um montante, conhecido como Fundo de Concessão Soberana, como reembolso de despesas da família real, incluindo ações sociais e de caridade. Em 2019, essa “bolsa-rainha” foi de 82,4 milhões de libras (R$ 443 milhões), e deve subir para 85,7 milhões de libras (R$ 461 milhões) em 2020.

Conforme o próprio casal relata em seu site, cerca de 5% da renda de Harry provinha desse fundo.

Como não se sabe qual o faturamento do príncipe, fica difícil determinar quanto os contribuintes britânicos passarão a economizar.

Ainda assim, não deverá ser difícil para Harry e Meghan se sustentarem.

Como explicamos em reportagem na última semana, ele tem cerca de 25 milhões de libras (R$ 134 milhões) de patrimônio acumulado com:

  1. herança da mãe, a princesa Diana;
  2. “mesada” do pai, o príncipe Charles;
  3. a fatia da “bolsa-rainha”, agora cortada;
  4. salários dos dez anos como oficial e, depois, piloto de avião nas forças armadas britânicas.

Meghan também fez fortuna em sua carreira de atriz. A americana tem estimados 5 milhões de libras (R$ 26 milhões) acumulados com trabalhos em filmes e séries de TV, como “Suits” (“Homens de Terno”), além de campanhas publicitárias.

Além disso, especula-se que o casal a partir de agora ganhe dinheiro escrevendo livros, fazendo aparições na TV e explorando os direitos da marca Royal Sussex, que registraram no ano passado para uso em diversos produtos e serviços, de estojos de lápis a treinamentos educacionais.


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