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Mulher esperou 41 anos para perder a virgindade

McCracken tinha vários relacionamentos sentimentais com homens

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Para muitas pessoas, falar sobre sexo é ainda é um tabu difícil de ser quebrado. E virgindade é um tópico ainda mais delicado. Ele é um assunto delicado, carregado de significado histórico e cultural.

Não existe uma definição exata. A palavra "virgem" deriva do latim "virgo", e significa força, habilidade. Inicialmente, essa palavra não se referia à castidade sexual mas, sim, à independência sexual. Historicamente falando, uma mulher virgem era aquela, capaz de prover um filho sem ter de se envolver com um homem.

Os hebreus, por sua vez, utilizaram a palavra em seu sentido original, que significa "mulher jovem", o que nada tem a ver com castidade sexual. Depois de muito tempo, tradutores, por não acreditarem na independência sexual da "Virgem Maria", começaram a distorcer o significado da palavra para intocada, casta, sexualmente pura.

Mas existem as pessoas, que falam sobre virgindade, como por exemplo, a escritora americana Amanda McCracken. Ela publicou um artigo, chamado"Does my virginity have a shelf life?", traduzido 'Minha virgindade tem prazo de validade?'.

Na época em que o artigo foi publicado, McCracken tinha 35 anos e contava os porquês, de ela ter decidido esperar para fazer sexo.

"Preferia suportar a dor de perder, a oportunidade de fazer sexo do que sofrer uma solidão mais profunda por ter me entregado ao amor, apenas para me dar conta que o sentimento não era correspondido", explicou.

Ser virgem tinha se tornado uma identidade para a mulher. Mesmo sendo virgem, McCracken tinha vários relacionamentos sentimentais com homens.

A mulher disse, em uma entrevista, que recebia muitas críticas por causa da sua decisão. Ela queria "esperar até encontrar amor e compromisso" para então fazer sexo.

"Agora, me dou conta de que foi muito ingênuo da minha parte supor que minha história seria aceita, ainda mais levando em conta que vivemos em uma cultura progressista, onde as mulheres são incentivadas a fazer o que quiserem com seus corpos", ressaltou.

A mulher diz que foi atacada nas duas frentes, tanto por conservadores quanto por liberais. "Acho que as pessoas ficaram muito frustradas por eu não me encaixar em nenhum dos lados. Elas não podiam me marcar", ressaltou.

"Meus primeiros namorados me deixaram por outras mulheres. E uma década depois eu continuava, inconscientemente, sentindo medo toda vez que começava a namorar com alguém, e pensando que 'se ele for me largar, pelo menos ainda terei minha virgindade'", explicou.

A própria mulher disse que, em momentos, ela se perguntou se as expectativas dela com relação à relacionamentos não eram muito altas. E se a decisão que ela tinha tomado estava afastando os homens dela. "Mas então percebi que não era esse o caso", revela.

Certa de que sua decisão não a prejudicaria, McCracken continuou levando sua vida. E no dia 14 de fevereiro, no dia dos namorados nos EUA, ela escreveu um novo artigo, para o site HuffPost. Ali, ela contou como conheceu o homem, que hoje é seu marido, Dave.

"No verão de 2018, conheci um geólogo e corredor de montanha enquanto bebia margaritas no telhado com os amigos. O ex-baterista de cabelos compridos de Long Island não fazia o meu tipo. Mas ele de fato retornou minhas ligações e mensagens de texto", brinca ela, em seu artigo.

A mulher disse que, com a ajuda de amigos, percebeu que estava se sabotando. E também que ela tinha virado uma "anoréxica sexual", ou seja, ao invés de ter um vício em rejeitar comida, ela rejeitava sexo.

Mesmo antes de se apaixonar por Dave, McCracken confiava nele. E foi com essa confiança, que ela conseguiu superar seus medos. Então, ela deixou de ser virgem aos 41 anos.

"Todo mundo quer saber se valeu a pena esperar. Sim, valeu a pena, mas não da maneira que a maioria acredita. O sexo foi ótimo, mas essa jornada nunca foi sobre sexo. Era sobre esperar para entrar em um relacionamento com alguém, que pudesse oferecer amor e eu pudesse receber esse amor", conclui.


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