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Vício em sexo é real! Estudo revela a causa do problema

Para os cientistas, os novos resultados confirmam que a hipersexualidade é de fato um transtorno mental e deve ser tratado como qualquer outra forma de vício

No ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o comportamento sexual compulsivo – mais conhecido como vício em sexo – como um distúrbio de saúde mental. Apesar disso, diversas instituições internacionais, como a Associação Americana de Psiquiatria, ainda não consideram a hipersexualidade como um problema de saúde. Um dos motivos para essa discordância está na dificuldade em encontrar a ‘causa’ do distúrbio. Todavia, uma nova pesquisa pode ter encontrado a resposta para esse enigma. As informações são do Notícias ao Minuto.

Vício em sexo é real! Estudo revela a causa do problema - Imagem 1

Uma equipe de investigadores suecos revelou que a origem da condição pode estar numa alteração no DNA que aumenta a produção do hormônio ocitocina, também conhecido por hormonio do amor. O excesso da substância faz com que o indivíduo se sinta atraído por várias pessoas ao mesmo tempo – o que o leva à procura compulsiva por sexo. 

“Com base nos dados apurados, o vício em sexo é um diagnóstico médico que tem uma causa neurobiológica”, explicou Adrian Boström, do Instituto Karolinska, na Suécia, num estudo publicao na revista Epigenetics. 

Uma segunda pesquisa realizada pela equipe mostrou também que a parte do DNA responsável pelo surgimento de vícios também é alterada em pessoas com comportamento sexual compulsivo.

Para os cientistas, os novos resultados confirmam que a hipersexualidade é de fato um transtorno mental e deve ser tratado como qualquer outra forma de vício.

A descoberta é importante, pois estima-se que 3% a 6% da população mundial sofre com o distúrbio. Estudos realizados nos Estados Unidos, por exemplo, mostram que 5% dos americanos têm hipersexualidade  – essa taxa é maior do que a encontrada para outros problemas de saúde mental, como esquizofrenia e transtorno bipolar. Outras estimativas sugerem que o problema afeta mais os homens (um em cada dez) do que mulheres (uma em cada 12).


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