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Conheça os participantes do BBB 19

Reality show estreia na próxima terça-feira

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Os participantes do Big Brother Brasil 2019 são apresentados na tarde desta quarta-feira (9). Confira abaixo:

ELANA (Bom Jesus-PI)

Do aeroporto mais próximo até Bom Jesus, no Piauí, são mais de sete horas de viagem. Mas a emoção de Elana ao saber que está no BBB19 é proporcional à distância. Do sertão para o reality, a jovem de 25 anos está transformando em realidade um sonho antigo dos pais.

“A gente vai mudar de vida. Vou dar uma vida boa para vocês”, promete a sister, aos prantos. 

Moradora de Bom Jesus - cidade localizada a 635 quilômetros da capital Teresina - a engenheira agrônoma aprendeu muito cedo que a vida pode não ser nada fácil. O investimento dos pais em sua educação a salvou de uma vida dura no sertão: 

“Eles sempre nos deram força para estudar. Mesmo sendo moradores de um lugar pequeno, sempre fizeram questão que a gente pudesse ter acesso a uma educação de qualidade”.

Natural de Nazaré do Piauí, a sister morava em uma região sem energia elétrica e água encanada. “A luz chegou quando eu tinha 5 anos. O meu primeiro banho de chuveiro foi aos 6 anos. Foi uma infância sofrida, mas feliz”, garante. 

 Aos 14 anos, saiu de casa com o irmão após ganhar uma bolsa de estudos em um colégio particular na cidade vizinha. Primeiro, morou em uma espécie de república com vários adolescentes. Não se adaptou. Depois, foi morar com um casal de amigos de sua mãe, onde ficou até se formar. “Não foi fácil ficar longe de casa”, conta. Tanto esforço tinha um motivo: o sonho de cursar Medicina. “Tentei o vestibular, mas não consegui”. 

 Frustrada, acabou seguindo o conselho de um amigo de seu pai para investir na carreira de Engenharia Agronômica: “Ele me mostrou tudo sobre a profissão pelo computador e disse que conseguiria me arrumar um emprego em Goiás”. Não precisou. Aprovada pela Universidade Federal do Piauí, mudou-se para Bom Jesus para cursar a faculdade – contra a vontade de sua mãe - e conseguiu um emprego uma semana antes de se formar. “Demorei a me adaptar. Pensei em desistir várias vezes”, lembra. 

 Formada há quase 2 anos, sua luta passou a ser outra: única mulher na equipe da empresa onde atua como vendedora de agroquímicos. “O ramo é muito masculino. Eles imaginam que mulher não dá conta de trabalhar na lavoura.” Decepcionada com a profissão, Elana pretende “aposentar” o ramo quando encerrar sua participação no BBB19.


Apesar da trajetória de superação, seu cartão de visitas é a alegria. Solteira, ama dançar funk até o chão, bebe socialmente e promete viver todas a experiências que puder na casa mais vigiada do Brasil. “Meus pais vão ficar decepcionados se eu me envolver com alguém na casa, mas avisei que não posso garantir nada”, conta.

VINICIUS (Belo Horizonte)

As batidas rápidas da música eletrônica ditam a vida de Vinicius, um dos selecionados para entrar na casa do BBB19. Nascido em São Paulo e morando em Belo Horizonte desde os oito anos, ‘Vinilcius’, como é mais conhecido entre os amigos, abre a porta já na agitação. No meio do almoço de sua família, que foi interrompido, o participante conta um pouco mais sobre sua vida, a relação com a filha Clara, de 22 anos, e revela o que inspira seu trabalho como artista plástico. 

Surpreendido ao saber que estava dentro do reality, a primeira reação foi a dúvida: “Está falando a verdade? Tenho que fazer as malas agora?”. No BBB19, a pretensão de Vinicius é se conhecer melhor e trabalhar o autocontrole. 


Confirmada a informação, o brother inicia o preparo das malas, mostrando algumas de suas peças customizadas por ele. Em seu quarto, que também é seu ateliê, Vinicius mostra um pouco do seu trabalho. No espaço encontramos uma atmosfera vintage, meio anos 90, mixada com house music, uma de suas paixões. No teto, uma disco ball é a marca do brother que se declara um baladeiro de carteirinha e garante que é o primeiro a entrar e o último a sair das festas. 

 Cheio de tatuagens, o principal tema do seu trabalho é o amor traduzido no próprio corpo. Ele tem desenhos de suas comidas prediletas com pizza, hambúrguer, coxinha e batata frita, além de referências à música eletrônica. 

 Cheio de tatuagens, o principal tema do seu trabalho é o amor traduzido no próprio corpo. Ele tem desenhos de suas comidas prediletas com pizza, hambúrguer, coxinha e batata frita, além de referências à música eletrônica. 

 

 Com 40 anos e morando com os pais, Vinicius não se incomoda com isso; muito pelo contrário: “Acho maravilhoso e nem tenho vontade de sair de casa. A maioria do povo hoje tem necessidade. Eu não tenho nenhuma, tudo que eu amo está aqui”, garante. O brother, que foi pai aos 17 anos, conta que a relação com a filha, Clara, é maravilhosa, chamando ela de dupla. 

 


 Com 40 anos e morando com os pais, Vinicius não se incomoda com isso; muito pelo contrário: “Acho maravilhoso e nem tenho vontade de sair de casa. A maioria do povo hoje tem necessidade. Eu não tenho nenhuma, tudo que eu amo está aqui”, garante. O brother, que foi pai aos 17 anos, conta que a relação com a filha, Clara, é maravilhosa, chamando ela de dupla. 

VANDERSON ( Rio  Branco-AC)

Assim que ouviu as palmas e o chamado ‘ô de casa’, Vanderson abriu o portão e nos recebeu de coque no cabelo, camiseta, short e chinelo nos pés. Apesar de se definir tímido, o biólogo e coordenador educacional indígena logo se mostra bastante falador e, sentado numa cadeira, começa a explicar uma rotina nada comum:

“Passo 15 dias planejando aulas e 15 dias formando professores de Ciências da Natureza na aldeia. A gente cobre o Acre todo, então tem aldeia que, pela estrada, chego em seis horas, mas tem lugar que é um dia de estrada e dois de barco; e tem três municípios isolados que só de aviãozinho monomotor. Já fui em, aproximadamente, 20 aldeias”. 


A vida de Vanderson é rodeada de atividades atípicas. Ele é o único sensei ou mestre de aikido (arte marcial japonesa) no seu estado. Faz doutorado na Universidade Nacional de Rosário, em Buenos Aires, onde vai duas vezes por ano. E também é um apaixonado por... crochê! 

Criado por quatro mulheres, a mãe, Nilza, e as irmãs, Vanderléia, Vênus e Vanda, o biólogo acredita ter a visão mais aberta para certas coisas. 

O participante acredita que sua vivência na aldeia e a experiência no aikido podem ajudar muito no dia a dia do BBB19. “Para os índios, tudo é de todo mundo. Eles são muito práticos e sociáveis. E o aikido já me ajudou a vida inteira. A proposta é harmonia e equilíbrio. Você usa a energia do oponente contra ele. Você consegue ter uma visão ampla e observar as pessoas”, diz ele, que acrescenta: 

“Sou bem sociável, paciente e evito conflito. Quando os encontro, tento resolver de forma pacífica. O problema é que quero resolver coisas alheias e acabo me colocando muito à frente. Sou teimoso, gosto das coisas do meu jeito. O que me tira do sério é grosseria, gente que aponta dedo”. 


Juliana Hippertt/Gshow 



RÍZIA (São Miguel dos Campos-AL)

Selfie, carão, um cabelo poderoso e muitas curvas pra jogo: cada post registra um rolê diferente. Numa primeira stalkeada em Rízia, 24 anos, fica a certeza de que essa é uma mulher que sabe o que quer. Mas basta chegar em São Miguel dos Campos, Alagoas, para perceber que por trás dos closes e filtros, existe uma menina que desde sempre lutou para buscar seu brilho. Com a cumplicidade de uma irmã-melhor-amiga, ela cansou dessa história de mandar currículo e resolveu fazer seu ‘boom’ acontecer de um novo jeito: no BBB19! 

“Essa vai ser a minha grande chance. Todo mundo vai ver que eu estou aqui e eu vou parar com essa ideia de que eu sou invisível”, prevê a jornalista. 

Hoje, Rízia se considera mais preparada para debater temas raciais, mas na adolescência passou por um longo processo de aceitação. “Eu não tinha representatividade na época, até que começaram a aparecer youtubers que falavam do assunto. Conheci a influencer Rayza Nicácio e ela me inspirou a passar pelo processo de transição capilar''.

Outro momento transformador foi o término com seu ex: “Tive um namoro abusivo e ele chegou a me dar um golpe e roubar sete mil reais. Quando terminei, eu me trancava no quarto e ficava dias sem comer, mas consegui superar. Agora, já não me culpo pelo que aconteceu e sei que precisei passar por isso para entender o assunto mais a fundo e ajudar outras mulheres. Isso me transformou e me fortificou de uma forma que, hoje, eu sei que sou outra”. 


Ana Clara Puñal/Gshow 


RODRIGO (Rio de Janeiro)

De sorriso largo e conversa fácil, Rodrigo recebeu a notícia que iria para o BBB19 ao lado da mãe e de amigos. Morador da Zona Sul do Rio de Janeiro, além de cientista social especializado em direitos humanos, ele é dramaturgo, ator, articulador cultural, sócio de um food truck, professor e psicopedagogo. Dá para ficar cansado apenas ao pensar na rotina de Rodrigo. Sua mãe, Vera, já vê uma vantagem em deixar o filho um bom tempo dentro da casa. 

Filho de um militar e uma funcionária pública, Rodrigo – que é trigêmeo - usou a educação para ultrapassar os obstáculos que surgiram em seu caminho. Um deles, a dislexia. 

Bolsista em escola particular, Rodrigo aprendeu inglês apenas quando era adulto. Entretanto, isso não o impediu de fazer Mestrado em Educação, em Wisconsin, nos Estados Unidos. Aliás, essa foi uma época complicada na vida de Rodrigo, mas que ele não guarda rancor. Serviu para um aprendizado. 

Uma das preocupações de Rodrigo, através de suas palestras nas escolas, é tentar desmistificar as crenças que a sociedade tenta impor, principalmente às crianças. “ 

Para Rodrigo, representatividade importa e muito. No final do ano passado, ele teve a experiência de se vestir de Papai Noel em uma ONG na Cidade de Deus, comunidade da Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Aline Pollilo/Gshow 

PAULA (Lagoa Santa-MG)

Um sotaque carregado, a hospitalidade típica de Minas Gerais e um sorriso arrebatador: Paula, 28 anos, participante do BBB19, nos recebe da maneira mais tradicional possível. “Vamos tomar um café? ‘Cê’ aceita pão de queijo?”. A Bacharel em Direito mora com os pais e três irmãos em uma casa num lote de terra na cidade de Lagoa Santa. 

“Eu amo demais o mato, a terra. Vou sentir muita falta do cheirinho do esterco, mas vou dar conta! ”, garante.

Paula se define como espontânea, mas confessa que teve dificuldade na hora de mostrar o seu diferencial no processo seletivo para o Big Brother Brasil: “Na hora de falar de mim, não sei falar direito. Procurar uma qualidade, sabe?” 

Paula tinha um cachorrinho que morreu e Pippa foi o único filhote que sobreviveu de uma ninhada nascida no sítio de sua família.

Paula diz que não tem sorte nos relacionamentos, já que sempre namora pela internet. A loira dos olhos verdes está solteira, mas a todo tempo fala do seu ‘rolo’ de dois anos com um rapaz de Belo Horizonte: “Eu o vi poucas vezes, mas foi o suficiente. Isso é bom porque quando o vejo parece que é a primeira vez. Sou muito trouxa, tenho que largar dele! ”, gargalha. “A gente se fala todo o dia, só saio por causa dele. Se eu sei que ele vai estar na festa, eu apareço de surpresa!”. 

Gabriela Mouta/Gshow 


MAYCON (Piumhi-MG)

Quem vê o rosto novinho de Maycon, nem imagina a lista de profissões que ele acumula: servente de pedreiro, chapeiro, entregador, vendedor de queijo, modelo, e nas horas vagas, barman. O mineirinho de Piumhi, cidade com cerca de 34 mil habitantes, não deixa o sotaque de lado na hora de contar por que sempre quis vender queijos

"Eu vim para São Paulo para trabalhar como modelo, mas não era bem o que eu queria. Eu queria vender queijo porque dá dinheiro. O pessoal da minha cidade ganha muito", explica. 

Para fazer as vendas, Maycon bate ponto de segunda a sexta em frente a uma estação de metrô da capital paulista. Isso sem falar nas encomendas que ele recebe para entrega.

Fã de sertanejo, Maycon guarda um violão ao lado do guarda-roupa e senta na cama para cantar e tirar um som. Nos planos dele está aprimorar as habilidades vocais.

"Quando comecei, falei: 'vou modelar para virar cantor'. Mas ainda não deu certo. Vou fazer aula de canto esse ano. Eu canto, mas não tão bem", confessa envergonhado.  

Gabriella Dias/Gshow 


ISABELLA (Natal-RN)

Pazzesco! Esta é a palavra em italiano que Isabella, de 24 anos, mais gosta de pronunciar e quer dizer “espetacular”. E é assim que ela se sentiu ao receber a notícia que está no BBB19 depois de um ano cheio de revés em sua vida. 

“O negócio tem que ser muito grande para me derrubar, porque já passei por muitas provações. As conquistas que eu tive trazem aquele gostinho de vitória”, diz a natalense. 

Filha de pai italiano e mãe brasileira, a universitária tem dupla nacionalidade e morou até os 7 anos na Itália. Contudo, após a separação dos pais, voltou a viver na capital do Rio Grande do Norte com a mãe, Magda, e a irmã por parte de mãe, Pamela. Sem nunca se afastar da família paterna, ela, ainda hoje, visita os parentes em Milão pelo menos uma vez ao ano. 

Cursando o 5º período de Odontologia, ela decidiu trancar o curso para perseguir o sonho de se tornar médica, como a mãe e a irmã. Além de cumprir uma profecia do pai. 

Por tudo o que tem vivido até aqui, ela agora só quer agradecer – e se jogar em tudo o que está por vir.

Ariane Ducati/Gshow 

HARIANY (Senador Canedo-GO)

De Senador Canedo, Goiás, para o Big Brother Brasil! Hariany entra no BBB19 com duas motivações: ajudar a família e ser famosa. Apesar de já ser reconhecida nas ruas da sua cidade por estampar campanhas publicitárias e ter uma rede social de fotos bombada, a participante quer contar a sua história e ter fãs espalhados pelo Brasil. Arrumando as malas para o reality, a menina de 21 anos já sonha: 

"Vou voltar muito famosa! Esse é o meu principal objetivo: voltar e ver todo mundo da minha cidade me reconhecendo, deixar a minha cidade famosa. Ver um monte de gente chamando o meu nome. E também vai ser um up na minha carreira".

 

Aos 11 anos, Hariany decidiu ser modelo. Com a ajuda da madrinha, pegava o ônibus até Goiânia e participava de testes. 

 A sister concilia as sessões de fotos com a faculdade de Design de Moda. Antes, ela chegou a estudar dois anos de Arquitetura. Para relaxar, cuida do corpo nas aulas de spinning e na musculação. Recém-solteira - terminou um relacionamento de três anos em outubro - sai com as amigas nos fins de semana. "Vou pra festas, vou na casa das minhas amigas e, em Goiânia, gosto de bar que vira boate. Gosto de agitação, de gente". 

 A jogadora está curtindo as "good vibes" desde que terminou o namoro. Ela explica que o ex é a pessoa certa no momento errado.

Hariany conta que faz sucesso entre os meninos desde a escola. Hoje, ela recebe directs de artistas, mas diz que não dá muita moral. Contudo, revela que já ficou com sertanejos conhecidos. "Tem muito famoso que nem respondo. No começo, a gente empolga, mas hoje nem dou moral mais. Não soma nada na minha vida", responde ela,  

Juliana Hippertt/Gshow 


GABRIELA (Ribeirão Preto) 

Se atacar, ela vai atacar! Gabriela pode até ter a fala um pouco mansa, mas tem um discurso forte na ponta da língua. Renato Russo já mandou o recado em "Faroeste Caboclo": "Nunca brigo com peixes em ascendente em escorpião". Justamente o signo da participante, que acrescenta: 

"Tenho a lua em gêmeos. O negócio aqui é perigosinho". 

Nascida em São Paulo, a jovem formada em Produção Audiovisual foi criada por Maria Célia, que adotou Gabriela quando ela tinha poucos dias de vida. Segundo a participante, sua família não tinha condições financeiras para criar mais filhos. "Era minha avó (biológica) que cuidava e sustentava essa família com muitos netos. Minha mãe adotiva a conhecia e já havia perdido uma filha. Quando eu nasci, decidiu me adotar. Eu nasci numa sala e ela me pegou na outra”, conta. 

A sister cresceu sabendo que era adotada e depois dos 21 anos, achou que era hora de conhecer a outra família. "Na adolescência, começaram as comparações com a irmã. Eu e o pai dela falamos: ‘A hora que você quiser conhecer sua família, a gente vai te levar’. Ela foi arredia, mas queria ver com quem ela era parecida. Foi bom porque tirou a dúvida", afirma Maria Célia, que é um dos motivos pelos quais a jogadora quer ganhar o programa. 

A música é uma presença importante na vida da designer. Ela faz parte do grupo Srta. Zirma, composta só por mulheres, e, aos 15 anos, formou uma banda de baile.



GUSTAVO (São Paulo)

Um grito, um pulo que foi do sofá ao chão e um olhar distante tentando entender o que estava acontecendo. Foi assim que Gustavo reagiu ao saber que estaria no BBB19. Natural de São Paulo, o médico oftalmologista, de 37 anos, sempre teve o sonho de participar do programa e já se inscreveu pelo menos 10 vezes. Ainda durante as etapas de seleção, preferiu terminar um namoro: 

"A prioridade na minha vida é o programa. Jamais participaria do meu sonho estando com qualquer pessoa que seja. Só participo 100% solteiro.”

De sorriso fácil e bem-humorado, o participante do BBB19 não nega que faz sucesso com a mulherada. Afinal, são 1,75m de altura, abdômen sarado e conversa boa. Mas o nosso brother também tem um lado "99% anjo e aquele 1% vagabundo". "Esse negócio de namoro sério é complicado. No começo, eu namorava, mas era bagunçado. Eu aprontava. Hoje em dia nem tanto", ri. Aliás, ele já se envolveu com algumas personalidades. 

 Se ganhar o reality show, Gustavo quer dividir o prêmio. "Meio milhão pra mim, meio milhão para dividir em várias partes e dar a pessoas que precisam. E quero fazer um mutirão de catarata". 

O que deve tirar o brother do sério é não poder cuidar do cabelo, que é a parte do corpo que ele mais gosta. Todo mês, Gustavo tem o ritual de ir ao cabeleireiro. "Ele faz redução de volume, tipo uma progressiva, seca e passa chapinha. Durante um mês ele aguenta. Quando começar a crescer e perder o produto, eu vou sofrer", prevê.


HANA (Rio de Janeiro)

Quem conhece Hana Khalil, sabe que ela tem um discurso forte e todo empoderado. Carioca, moradora da Barra da Tijuca, ela fala alto e gesticula bastante, sempre fazendo questão de passar a imagem de mulher madura. Mas foi só receber a notícia de que seria uma das participantes do BBB19, para entender sua real situação: uma menina-mulher de 22 anos que vai sair de casa pela primeira vez para ficar longe dos pais por um tempo – e ela espera muito que esse período dure por longos três meses.

Se tem uma coisa que Hana não faz a menor questão de esconder é a sua opinião. Seus vídeos na internet trazem temas polêmicos, como aborto e política. Com isso, além de views, ela também ganha muitos haters.

Image caption

Se tem uma bandeira que Hana levanta com orgulho é a do veganismo. Apesar de ser sempre ligada com questões sustentáveis, até 2016, ela não tinha qualquer restrição alimentar. Mas isso mudou quando ela decidiu aprender melhor sobre esse estilo de vida. “Decidi ser vegana quando assisti a um vídeo da Erin Janus (YouTuber) sobre a indústria do leite. Fiquei traumatizada”, relembra

O veganismo não será problema para Hana na casa. Já sua opinião forte... “Vou tentar ser mais flexível com as pessoas, mas posso fazer de um jeito que as pessoas gostem ou de um jeito que não era para fazer”. Mas a YouTuber revela que não faz questão de agradar a todos. 



FÁBIO (Porto Alegre) 

À primeira vista, é difícil não ficar impactado com Fábio, um dos participantes selecionados para o BBB19. Com quase 1,90m e 93 quilos distribuídos em um corpo definido, o gaúcho intimida, mas é só se aproximar para ele abrir um sorrisão e você achar que é a pessoa mais simpática que já conheceu. Filho único, ele mora em uma academia onde treina artes marciais, entre elas o jiu-jitsu, em que é faixa marrom.

Aos fins de semana, Fábio fica em seu quarto na casa dos pais com quem tem uma ligação muito forte. Lá, coleciona dezenas de medalhas e troféus. É três vezes campeão mundial de jiu-jitsu e de hapkido (arte marcial coreana especializada em defesa pessoal). O foco agora é chegar à faixa preta de jiu-jitsu. 

Alto astral, o gaúcho é desinibido. Quando não está lutando ou estudando para sua pós-graduação em Ciência do Movimento, os hobbies são a leitura e a dança. Aliás, ele manda bem no segundo quesito. Tanto, que se inscreveu em um concurso para dançar no show da cantora colombiana Shakira em Porto Alegre, mesmo não sendo bailarino profissional. 

Fábio também trabalha como modelo e não tem vergonha de tirar a camisa e mostrar o corpo com 3% de gordura e um tanquinho esculpido à base de muita malhação, treino e dieta regrada. Com todos esses atributos, claro que ele faz sucesso! Apesar de afirmar que mulheres são seu ponto fraco e admitir que é pegador - nas suas contas já teve cerca de dez namoradas - garante que está em um momento mais maduro na vida. 

O participante está namorando há 3 meses e as possíveis tentações na casa do BBB19 já foram tema de DR do casal, claro. “A gente conversou. Ela ficou bem insegura no começo. Falei que não sou mais um guri. Antes, não ia aguentar ficar em uma casa cheia de mulher bonita, mas hoje em dia sei que tenho um controle muito forte quanto a isso”, garante.

Gabriel Alberto/Gshow 

DIEGO (Santa Catarina)

Malas quase prontas, mas com um detalhe faltando para carimbar o passaporte para o confinamento: o chapéu de cowboy. Depois de muita procura no apartamento onde mora com a irmã, em Curitiba, o acessório indispensável foi encontrado. O chapéu é uma réplica do objeto afetivo que está em Rio Negrinho, Santa Catarina, onde viveu a infância e adolescência e os pais ainda moram. 

Apesar de ser dono de uma loja de móveis em Curitiba, desde os 19 anos, sua paixão está mesmo nos cavalos de raça. Com o pai, o brother tem uma criação de mais de 40 animais do tipo Crioulo em Rio Negrinho. 

Diego, inclusive, já foi campeão brasileiro de laço comprido em cavalo crioulo em 2008. Depois, passou alguns anos afastado do esporte. 

Com um belo par de olhos azuis, 1,87m de altura e um corpo moldado por 10 anos de musculação, Diego conta que nunca fez dieta. Adora sair com os amigos, mas admite que estava “conhecendo alguém” recentemente. 



DARLEY (Rio de Janeiro)

“Chegou a nossa hora, mãe!” É com essa frase que Danrley comemora a notícia de que está no BBB19. Nascido e criado na comunidade da Rocinha, no Rio de Janeiro, o jovem de 19 anos está cursando o segundo período de Biologia na UFRJ e vende picolés nos fins de semana na praia. É difícil acompanhar o ritmo de Danrley, que sobe e desce as escadarias da Rocinha no mesmo ritmo elétrico que fala da sua vida.

O participante mais jovem do BBB19 quer ser professor e dá aulas particulares na zona sul do Rio.  

“Com as aulas consigo ganhar uns 450 reais por mês. Com os picolés, se a praia estiver cheia e eu vender tudo, são mais 150 reais. A gente rala muito, mas eu gosto”, diz.

No jogo do confinamento ele acha que será do tipo mocinho. “Sou o cara do ‘deixa disso’”, garante, descrevendo o tipo de pessoa que não o agrada: “Não gosto de quem fica falando mal por trás, tentando fazer tudo para prejudicar o outro lá dentro”. Ele garante que o foco é o prêmio



Luana Ferreira/Gshow 


ALAN- (Santa Catarina)

Alan é ligado em Astrologia e sempre dá conselhos amorosos para os amigos baseados no signo da pretendente e alerta: “Varia muito de acordo com o ascendente também”. As lágrimas desse leonino surfista, de juba, tatuagens e corpo sarado, caíram assim que ele começou a falar do pai, que morreu em 2016 em decorrência de uma hepatite C.

Alan tinha montado uma empresa que vende aromatizantes e outros produtos para carros com o pai. Depois, assumiu sozinho as responsabilidades e a frente da família. 

Alan teve apenas um namoro de 3 anos e meio, mas vale o velho – mas REAL – ditado: “solteiro sim, sozinho nunca”.  “

Ele é bem mulherengo, mas é de respeitar. Mulher em primeiro lugar”, entrega a mãe.






CAROLINA (SALVADOR)

Publicitária e empresária, a baiana de 33 anos ama o mar e doutrinas esotéricas: “Meu amuleto é dar bom dia ao sol”

“Eu sou iluminada e ponto final.” A certeza de Carolina, pnão é apenas uma frase de efeito. Ao entrar na casa da baiana de 33 anos, o aviso é claro: por favor, tire os sapatos. “A regra vem da Índia. O sapato é sujo e não é bom trazer isso para o seu Templo”, explica Regina, mãe da publicitária. Energia é a palavra que rege o lar de Peixinho, sobrenome que Carol adora. “Tudo começou a partir da minha mãe e do hinduísmo. Sempre tivemos grupos de meditações e respirações aqui em casa. A gente cresceu dentro dessa espiritualidade”.

Ariana arretada, Carolina afirma que se dá bem com todas as tribos, mas acha que isso pode ser prejudicial dentro do jogo. “Quando você se dá bem com todo mundo, acaba não pontuando o lado ruim das pessoas”, pondera.

Formada em Publicidade e Propaganda, Carolina não se identificou com a área e trabalha desde 2009 na agência de turismo da irmã mais velha, Clarisse.


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