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Timberg celebra os 90: 'Se eu parar, é porque morri e esqueci de cair'

Atriz, que celebra nova idade com peça e novela, fala da dedicação ao trabalho e da vida pessoal: "Me sinto aliviada por não ter tido filhos"

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 ‘No dia que eu parar, é porque morri e esqueci de cair”. A frase de Nathalia Timberg faz todo o sentido para alguém que dedicou a vida à profissão (“só me sinto feliz trabalhando”). Tanto que, em 2016, ganhou um teatro com seu nome. Aos 90 anos, completados hoje, a atriz concilia a peça “Através da Iris”, em cartaz na sala Petra Gold, no Leblon, com a novela “A dona do pedaço”. Há dias em que emenda set e palco. Ainda tem fôlego para a série de comemorações pelo seu aniversário, que começaram sexta, com as filmagens de documentário sobre sua vida, e seguem hoje, com um festão num hotel na Barra (“nunca vi tanta confirmação, até o Fagundes vai”, diz Marcus Montenegro, empresário da atriz há 25 anos). As informações são do OGlobo.

Foto: Ana Branco / Agência O Globo — Parece a Semana da Pátria — diverte-se. — Me sinto como criança diante de Papai Noel.

Mas Nathalia troca qualquer badalação pelo estudo. A determinação profissional muitas vezes fez com que deixasse em segundo plano a vida pessoal. Viúva do escritor Sylvan Paezzo, com quem foi casada por 15 anos, decidiu não ter filhos. Não se arrepende. Sua trajetória, que começou aos 6 anos no filme “O grito da mocidade”, foi e segue dedicada ao desenvolvimento de sua formação. Reflexo de uma prioridade familiar. De origem judia, filha de pai holandês (diamantário) e mãe belga (do lar), ela conta que os pais davam muito valor aos estudos dos rebentos (além da atriz, havia Antoniete, a mais velha, e Felipe, o caçula, ambos já falecidos).

Foto: Ana Branco / Agência O Globo — Os judeus sempre foram obrigados a emigrar, e o saber é algo que sempre se pode levar junto consigo — afirma a carioca, criada entre Tijuca e Copacabana, e hoje moradora da do Jardim Oceânico, na Barra, onde vive só.

Sonhava em ser médica, mas formou-se em Belas Artes influenciada pelo gosto do pai pela pintura. No entanto, foi no palco que encontrou sua vocação. Pela atuação em “A dama da madrugada”, no Teatro Universitário, ganhou bolsa do governo francês para estudar Artes Cênicas em Paris. De volta, aos 25 anos, estreou profissionalmente em “Senhora dos afogados”, dirigida por Bibi Ferreira, na Companhia Dramática Nacional. Viveu sua primeira grande personagem na TV, a atormentada freira Maria Helena, em “O direito de nascer”, na Tupi.

— Aí, não parou mais. É a atriz que mais trabalhou nesse país — afirma Cacau Hygino, autor da fotobiografia “Nathalia Timberg: Momentos” e também da peça "Através da Iris".

Foto: Ana Branco / Agência O Globo Na entrevista, Nathalia lembrou quando teve gastrite por conta de uma personagem "negativíssima" e de como lidou com a rejeição, por parte de uma parcela do público conservador, do casal que interpretou com Fernanda Montenegro em "Babilônia". Sempre discreta, desta vez, abriu o verbo sobre suas escolhas pessoais: "Se sinto aliviada por não ter  tido filhos", diz.





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